Nações Unidas

Guterres diz que responsáveis pelo ataque na Colômbia devem ser levados à justiça

António Guterres condenou veementemente o ataque e apresentou as suas condolências às famílias das vítimas, pedindo ainda às autoridades que levem a tribunal os responsáveis pelo crime.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, instou as autoridades da Colômbia a levarem a tribunal os responsáveis pelo ataque

PONTUS LUNDAHL/EPA

O secretário-geral da ONU, António Guterres, instou esta sexta-feira as autoridades da Colômbia a levarem a tribunal os responsáveis pelo ataque com um carro armadilhado que explodiu, na quinta-feira, numa academia de polícia em Bogotá e provocou 21 mortos.

“As autoridades colombianas indicaram que têm provas de que esse ato terrorista foi cometido pelo ELN [Exército de Libertação Nacional]. Os responsáveis têm de ser levados perante a justiça”, indicou o porta-voz do secretário-geral das Nações Unidas, Stéphane Dujarric, em comunicado.

Segundo o porta-voz, António Guterres “condenou veementemente” o ataque e transmitiu as suas condolências às famílias das vítimas, desejando também uma recuperação rápida para os feridos. “O secretário-geral é solidário com o povo e o Governo da Colômbia neste momento de tragédia”, salienta o comunicado.

O Governo colombiano atribuiu esta sexta-feira aos rebeldes do Exército de Libertação Nacional (ELN) o ataque com um carro armadilhado que explodiu, na quinta-feira, numa academia de polícia em Bogotá e que provocou 21 mortos e 68 feridos.

O ministro da Defesa colombiano, Guillermo Botero, indicou que o homem que realizou o ataque, José Aldemar Rojas, era membro do ELN e conhecido pela alcunha Mocho Kiko. O Presidente da Colômbia, Iván Duque, já decretou três dias de luto nacional.

O ataque ainda não foi reivindicado, mas rebeldes do Exército de Libertação Nacional têm aumentado os ataques contra alvos policiais na Colômbia, nos últimos meses, no meio de um impasse político que os opõe a Duque.

    Se tiver uma história que queira partilhar ou informações que considere importantes sobre abusos sexuais na Igreja em Portugal, pode contactar o Observador de várias formas — com a certeza de que garantiremos o seu anonimato, se assim o pretender:

  1. Pode preencher este formulário;
  2. Pode enviar-nos um email para abusos@observador.pt ou, pessoalmente, para Sónia Simões (ssimoes@observador.pt) ou para João Francisco Gomes (jfgomes@observador.pt);
  3. Pode contactar-nos através do WhatsApp para o número 913 513 883;
  4. Ou pode ligar-nos pelo mesmo número: 913 513 883.
Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)