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TAP triplica os voos entre Porto e Nova Iorque a partir do dia 1 de junho

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A companhia aérea refere que as ligações irão ocorrer todos os dias da semana, com exceção das terças-feiras. A TAP já colocou à venda bilhetes para estes voos.

TAP passa de dois voos por semana para seis

PETER FOLEY/EPA

A TAP vai triplicar o número de ligações entre Porto e Nova Iorque (Newark) a partir do dia 1 de junho, passando de dois para seis voos por semana, anunciou esta sexta-feira a empresa.

A companhia aérea referiu em comunicado que este reforço será levado a cabo com aviões Airbus A321 Long Range, sendo que as ligações irão ocorrer todos os dias da semana, com exceção das terças-feiras. A TAP já colocou à venda bilhetes para estes voos.

Na mesma nota, a empresa recordou que “tinha já anunciado que o Porto ia contar com mais voos diretos também para Bruxelas, Lyon e Munique”.

Com este reforço, a TAP passa a “operar 19 rotas diretas do Porto para a Europa, para os Estados Unidos e também para o Brasil”, num total de 288 frequências semanais.

“As novas rotas que a TAP inaugurará este ano a partir do Porto, representam um aumento de 34% de ligações diretas do Porto à Europa, comparativamente com o ano passado”, realçou a companhia aérea.

O grupo detalhou ainda que esta aposta no Porto “é também possível graças ao reforço de aeronaves. A TAP receberá 37 novos aviões até ao final deste ano e 71 até 2025”.

Em novembro, a companhia aérea adiantava também que a ponte aérea entre Lisboa e Porto passará a ser operada, em 2019, por aviões a jato, o que aumentará anualmente o número de assentos disponíveis para 220 mil, num crescimento de 50%.

Em comunicado, a transportadora precisava que, a partir de janeiro, a rota entre as duas principais cidades do país contaria com 13 voos diários, “com voos de hora a hora nos períodos de maior procura”.

“A rota será totalmente operada por aviões a jato, da família Airbus, o que permitirá aumentar o número de assentos disponíveis para 220 mil, por ano, representando um aumento de 50 por cento da oferta”, segundo a TAP, que quer assim responder à “procura que a ponte aérea tem tido desde o seu lançamento, em 2016, sempre com elevadas taxas de ocupação”.

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