Boavista

Treinador do Portimonense confiante num resultado no estádio do Boavista

António Folha antevê "um jogo complicado", competitivo e considera que o forte apoio dos adeptos dos axadrezados pode dificultar o trabalho, mas tem confiança na equipa.

O jogo do Portimonense com o Boavista está marcado para domingo, às 17h30, no Estádio do Bessa, no Porto

JOSÉ COELHO/LUSA

Autor
  • Agência Lusa

O treinador do Portimonense manifestou-se esta sexta-feira confiante em alcançar um resultado positivo na deslocação ao Boavista, no domingo, na 18.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol, apesar de perspetivar “um jogo muito complicado”.

Antevejo um jogo muito complicado, porque o Boavista é um clube histórico, com uma equipa muito competitiva e a jogar no seu estádio tem um público que puxa pela equipa, independentemente do lugar que ocupa na classificação”, referiu António Folha.

O técnico dos algarvios falava na conferência de imprensa de antevisão do encontro que opõe o Portimonense, oitavo classificado, com 24 pontos, ao Boavista, 15.º – primeiro acima da zona de despromoção -, com 16, marcado para domingo, às 17h30, no Estádio do Bessa, no Porto.

Na opinião do treinador do emblema algarvio, embora o Boavista tenha tido nos últimos dois jogos desempenhos menos positivos, uma vez que não conseguiu pontuar, o Portimonense vai, certamente, encontrar um adversário que tudo fará para vencer.

Estamos confiantes e queremos continuar a fazer o nosso trajeto, pensando em fazer o temos feito e em sermos competentes”, sublinhou o técnico.

António Folha disse ainda que o avançado japonês Nakajima, lesionado, está impedido de defrontar o Boavista, bem como o médio Ewerton, jogador emprestado pelo FC Porto aos japoneses do Urawa Reds. “São bastantes problemas para uma equipa como a nossa, mas temos de trabalhar com os que temos”, lamentou.

O treinador criticou ainda a reabertura do mercado de transferências durante todo o mês de janeiro, considerando que um período mais curto “não causaria tanta intranquilidade às equipas”.

“Acho que é exagerado, cria instabilidade para os grupos de trabalho. O período é muito longo e acaba por alterar a verdade desportiva. As pessoas deviam repensar o problema, porque seria melhor para todos”, defendeu.

Folha disse esperar que o Portimonense consiga fazer a segunda volta do campeonato “tão boa quanto a primeira, sabendo que para a reta final as coisas tornam-se bem mais difíceis”.

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