O presidente do Partido Popular espanhol, Pablo Casado, garantiu hoje no congresso do partido que, quando chegar ao Governo, vai “pôr ordem” na Catalunha, libertando uma “sociedade sequestrada por um banco de fanáticos, racistas e supremacistas”.

Numa intervenção feita hoje em Madrid, o dirigente popular afirmou também que a proposta de Orçamento apresentada pelo Governo espanhol é o preço que Pedro Sánchez teve de pagar para poder continuar “entrincheirado” no Palácio da Moncloa, a sede do Governo de Espanha, e representa uma política económica “suicida” que pode atirar a economia de Espanha para uma recessão.

Numa intervenção em que passou em revista vários temas da atualidade espanhola, Sánchez, segundo a agência de notícias espanhola, Efe, rejeitou também uma revisão da Constituição e a despenalização dos ultrajes à Coroa.

“A Constituição, no seu conjunto, é um caminho para quem a respeita, e uma muralha para aqueles que a ameaçam”, disse, na intervenção final do congresso dos populares, que se reuniram este fim de semana em Madrid.

Em maio, a Espanha tem eleições europeias, como os restantes países da União Europeia, mas tem também autárquicas e autonómicas.