Filipe, duque de Edimburgo e marido da rainha Isabel de Inglaterra, ainda conduz apesar de já ter cumprido 97 primaveras. A 17 de Janeiro, o príncipe aparentemente saiu de um acesso privado e entrou na A149, próximo de Sandringham, uma das propriedades da família. Como já foi noticiado pelo Observador, o membro da realeza atravessou-se à frente de um veículo que se aproximava, que fez capotar duas vezes o seu Land Rover Freelander, que ficou “deitado” de lado na berma.

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Se o acidente, cuja responsabilidade coube em exclusivo ao duque de Edimburgo, destruiu o Freelander e o carro de um casal substancialmente mais jovem que o príncipe, ele com 73 anos e a esposa com 72, o príncipe nem deu pela falta do seu Land Rover. Primeiro porque ficou bastante afectado pelo embate e depois porque, no dia seguinte, recebeu em casa um novo Freelander, idêntico ao que destruiu e ainda por cima um modelo que a marca já não produz, mas que deve ter feito um stock especificamente para Filipe. Ele que se viu recentemente envolvido numa outra polémica, uma vez que tanto ele quanto a rainha são apanhados frequentemente a conduzir sem cinto de segurança. E porquê? Porque pedem à Jaguar Land Rover que os ajude a cometer uma ilegalidade (conduzir sem cinto), desligando o avisador sonoro que todos os veículos têm de ter obrigatoriamente ligados, de acordo com a homologação europeia.

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A novidade agora é que no local do acidente, depois do Land Rover ter sido carregado num reboque, ficaram para trás vidros estilhaçados e alguns plásticos quebrados pela violência do embate. Estes mesmos plásticos, sem qualquer interesse real, estão agora à venda para os coleccionadores de souvenirs da realeza britânica. E estão à venda por um valor superior ao do Freelander, uma vez que pedem 65.900 libras, pelos três destroços, o equivalente a 76.300€.