Alimentação

DIA remove mais de 24 mil latas de sardinha por possível falha de esterilização

Em causa está o lote 2694L com validade até julho de 2023, que foi distribuído em Portugal e Espanha. A DIA alerta todos os clientes que tenham adquirido o lote a devolvê-lo na loja mais próxima.

Um lote de 24.576 latas de conserva de sardinha em azeite foi retirado do "stock"

LUÍS FORRA/LUSA

O grupo DIA retirou do seu stock um lote de 24.576 latas de conserva de sardinha em azeite, fabricado pela Cofisa, devido a “uma possível falha de esterilização”, foi esta segunda-feira anunciado.

“O grupo DIA procedeu recentemente à remoção de um lote de 24.576 latas de conserva de sardinha em azeite marca DIA, fabricado pela Cofisa — Conservas de peixe, perante uma possível falha de esterilização de algumas dessas latas e apenas como medida preventiva”, disse, em comunicado, a multinacional.

Em causa está o lote 2694L com validade até julho de 2023, que foi distribuído em diferentes estabelecimentos da empresa em Portugal e Espanha. “Todos os clientes que tenham adquirido este lote poderão proceder à sua devolução na loja mais próxima”, esclareceu o DIA.

A empresa disse ainda lamentar “profundamente todo e qualquer inconveniente que esta situação possa ter causado aos seus clientes”, garantindo que vai continuar a trabalhar para assegurar os mais altos padrões de qualidade e segurança alimentar em todos os processos.

De acordo com os dados avançados pela multinacional espanhola, o grupo DIA realizou, em 2018, mais de 500.000 testes internos e mais de 10.000 análises externas em laboratórios credenciados para assegurar a qualidade dos seus produtos.

A Lusa tentou contactar a Cofisa, mas, até ao momento, não obteve resposta.

    Se tiver uma história que queira partilhar ou informações que considere importantes sobre abusos sexuais na Igreja em Portugal, pode contactar o Observador de várias formas — com a certeza de que garantiremos o seu anonimato, se assim o pretender:

  1. Pode preencher este formulário;
  2. Pode enviar-nos um email para abusos@observador.pt ou, pessoalmente, para Sónia Simões (ssimoes@observador.pt) ou para João Francisco Gomes (jfgomes@observador.pt);
  3. Pode contactar-nos através do WhatsApp para o número 913 513 883;
  4. Ou pode ligar-nos pelo mesmo número: 913 513 883.
Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt
Empresas

Accionista e operador de máquinas: bons amigos?

Rui Esperança

A perpetuação do modelo da melhoria dos resultados das empresas à custa dos salários baixos e do consequente enriquecimento dos accionistas tem de mudar. Sem as pessoas, as empresas são pouca coisa.

Abusos na Igreja

Mr. McCarrick, I presume? /premium

P. Gonçalo Portocarrero de Almada

Quando a Igreja castiga os clérigos pedófilos, com o máximo rigor que a lei canónica permite, age de acordo com o exemplo e a doutrina do seu divino Mestre.

Governo

A famiglia não se escolhe? /premium

Alberto Gonçalves
248

Se ainda não se restringiu o executivo aos parentes consanguíneos ou afins do dr. Costa, eventualidade que defenderia com empenho, a verdade é que se realizaram amplos progressos na área do nepotismo

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)