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Jornada Mundial da Juventude vai revitalizar Igreja portuguesa, diz cardeal de Leiria

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O cardeal D. António Marto considera que a Jornadas Mundiais da Juventude em Lisboa serão "uma graça para a Igreja e para o país" e que "quer a Igreja portuguesa quer o Estado estarão à altura".

As Jornadas Mundiais da Juventude (JMJ) são consideradas o maior evento organizado pela Igreja Católica

PAULO NOVAIS/LUSA

Autor
  • Agência Lusa

A Jornada Mundial da Juventude (JMJ) em 2022 será “um momento de revitalização que porá à prova o dinamismo da Igreja portuguesa”, afirmou esta segunda-feira o cardeal de Leiria-Fátima, referindo-se à escolha de Lisboa para acolher a JMJ.

O cardeal D. António Marto considerou que acolher a próxima JMJ em 2022 será “uma graça para a Igreja e para o país” e será um momento “de revitalização da Igreja, que movimentará famílias, grupos de jovens, paróquias e dioceses e porá à prova todo o dinamismo da Igreja portuguesa”.

Em comunicado divulgado na página oficial do Santuário de Fátima, o cardeal sublinhou ainda a importância de Fátima no contexto da realização das jornadas.

“Nossa Senhora está sempre presente neste evento da Igreja; esteve-o, de resto, nesta Jornada do Panamá, com a presença da Imagem número 1 da Virgem Peregrina de Fátima, diante da qual vimos o Santo Padre a rezar de forma impressionante, e certamente Fátima, como espaço, atrairá a peregrinação de muitos dos jovens que se deslocarem a Lisboa”, afirmou D. António Marto.

O cardeal não tem dúvidas de que quer a Igreja portuguesa quer o Estado “estarão à altura” do acontecimento que será “um desafio e uma oportunidade” para mostrar como os portugueses são hospitaleiros.

O cardeal D. António Marto sublinhou também o facto de Portugal se abrir a outras culturas e de dar “uma atenção especial à lusofonia, aos povos de língua portuguesa, sobretudo aos que vêm do Continente Africano, que ainda não teve a graça de ter recebido a organização de uma jornada como esta”.

Será de facto um momento de grande dinamismo e estou certo de que quer a Igreja quer o Estado português vão estar à altura de abraçar tamanho desafio”, reforça o prelado diocesano de Leiria-Fátima, uma das três dioceses vizinhas da Capital, a par de Santarém e de Setúbal.

No domingo, no final da Jornada Mundial da Juventude 2019, que decorreu entre 22 e 27 de janeiro na Cidade do Panamá, foi anunciado o nome da cidade de Lisboa como a próxima capital da juventude católica de todo o mundo em 2022.

As Jornadas Mundiais da Juventude (JMJ) são consideradas o maior evento organizado pela Igreja Católica.

[Vídeo: Marcelo revela detalhes da escolha de Lisboa para a Jornada da Juventude]

À missa assistiram o Presidente português, Marcelo Rebelo de Sousa, o secretário de Estado da Juventude e do Desporto, João Paulo Rebelo, em representação do Governo, o presidente da Câmara de Lisboa, Fernando Medina, e o embaixador de Portugal no Panamá, Pedro Pessoa e Costa.

O cardeal-patriarca de Lisboa, Manuel Clemente, e cinco bispos portugueses (das dioceses de Lisboa, Guarda, Coimbra, Braga e Bragança-Miranda), assim como outros padres portugueses concelebraram a eucaristia.

A escolha de Portugal e, concretamente, de Lisboa, era expectável.

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