INTERPOL

Interpol defende cooperação internacional entre polícias dos países de África

O secretário-geral da polícia internacional salienta a importância do "reforço da cooperação policial a nível regional e internacional", com o objetivo de "manter as pessoas a salvo".

A conferência da Interpol realiza-se três semanas depois de um ataque do grupo 'jihadista' somali Al-Shebab ao complexo hoteleiro DusitD2, em Nairobi, no qual morreram 21 pessoas

JOSE COELHO/LUSA

Autor
  • Agência Lusa

A Interpol defendeu esta terça-feira na capital do Ruanda, Kigali, a necessidade de reforçar a cooperação internacional entre as polícias dos países de África para melhorar a segurança no continente.

Na conferência africana, que decorre esta terça-feira, o secretário-geral da polícia internacional, Jurgen Stock, salientou a importância do “reforço da cooperação policial a nível regional e internacional”, com o objetivo de “manter as pessoas a salvo”.

Jurgen Stock focalizou a melhoria da segurança na Internet no continente africano, sobretudo para os menores.

“Estamos completamente comprometidos a trabalhar juntos para ter uma internet melhor”, sublinhou Stock na conferência de três dias, insistindo na necessidade de diálogo aberto e honesto para conseguir o propósito.

O primeiro-ministro ruandês, Edourd Ngirente, afirmou que “há uma necessidade urgente de uma cooperação mais forte para parar a prevenir estas ameaças e de estratégias integradoras contra o crime em todos os países”.

A conferência da Interpol realiza-se três semanas depois de um ataque do grupo ‘jihadista’ somali Al-Shebab ao complexo hoteleiro DusitD2, em Nairobi, no qual morreram 21 pessoas. O continente africano vive ameaças de outros grupos ‘jihadistas’, como Boko Haram e o Estado Islâmico de África Ocidental (ISWAP, na sigla em inglês), assim como milícias rebeldes ugandesas e ruandesas que operam na fronteira entre a República Democrática do Congo e Uganda e Ruanda.

A reunião da polícia internacional, que tratará de outros problemas como o terrorismo, o tráfico de seres humanos e os crimes ambientais, reúne chefes de polícia e outros altos oficiais das forças de segurança de África.

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