Volkswagen

VW diz não aos novos negócios com os “maus” diesel

A necessidade de tornar os motores diesel Euro 5 menos poluentes fez disparar o número de empresas que vendem 'kits' de transformação para os “limpar”. VW diz que não funcionam e que não vale a pena.

Autor
  • Observador

O problema em cima da mesa não reside nas emissões excessivas dos motores a gasóleo do Dieselgate, mas sim os motores que respeitam a norma Euro 5, a anterior à actual Euro 6, que já incluem catalisador selectivo e injecção de ureia (AdBlue). São motores muito interessantes em matéria de partículas, pois já estão dotados de filtros, mas não no que respeita aos óxidos de azoto (NOx), pois não usufruem ainda de tratamento específico para os NOx.

Todo este interesse em despoluir os velhos diesel, muitos com mais de 10 anos, tem a ver com as proibições à circulação que algumas cidades já implementaram e a que muitas pretendem juntar-se em breve. Esta necessidade gerou um negócio paralelo, em que várias empresas prometem retrofits que resolvam os problemas dos condutores. Isto até a Volkswagen intervir.

Afirma o construtor alemão que este retrofit não só não faz sentido, como não funciona e ninguém sabe que danos vai provocar ao motor. Segundo o fabricante, não é possível conter as emissões de NOx sem o AdBlue e o catalisador selectivo e isso é um problema, porque o catalisador selectivo ocupa espaço, tal como o depósito de AdBlue, espaço esse que é muito difícil de conseguir num veículo que não foi concebido para tal.

A marca vai ainda mais longe ao prever que os dispositivos disponíveis no mercado são problemáticos, além de fazerem aumentar o consumo em até 6%. Resta agora saber o que os clientes pensam de tudo isto e se continuam a investir em panaceias para conseguir continuar a circular durante mais uns anos nos centros das cidades onde habitam.

Participe nos Prémios Auto Observador e habilite-se a ganhar um carro

Vote na segunda edição do concurso dedicado ao automóvel cuja votação é exclusivamente online. Aqui quem decide são os leitores e não um júri de “especialistas” e convidados.

Participe nos Prémios Auto ObservadorVote agora

    Se tiver uma história que queira partilhar ou informações que considere importantes sobre abusos sexuais na Igreja em Portugal, pode contactar o Observador de várias formas — com a certeza de que garantiremos o seu anonimato, se assim o pretender:

  1. Pode preencher este formulário;
  2. Pode enviar-nos um email para abusos@observador.pt ou, pessoalmente, para Sónia Simões (ssimoes@observador.pt) ou para João Francisco Gomes (jfgomes@observador.pt);
  3. Pode contactar-nos através do WhatsApp para o número 913 513 883;
  4. Ou pode ligar-nos pelo mesmo número: 913 513 883.
Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)