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Açores continuam sob aviso amarelo, mas o mau tempo já passou

Os Açores continuam sob aviso amarelo, depois da passagem da depressão Kyllian, que provocou cerca de uma centena de ocorrências em toda a região, mas o pior do mau tempo já passou.

Os meteorologistas preveem que a agitação marítima irá permanecer elevada

António Araújo/LUSA

Autor
  • Agência Lusa

Os Açores continuam sob aviso amarelo, depois da passagem da depressão Kyllian, que provocou cerca de uma centena de ocorrências em toda a região, mas o pior do mau tempo já passou.

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) mantém os três grupos do arquipélago sob aviso amarelo, até ao final deste domingo, devido à precipitação prevista para o grupo ocidental (Flores e Corvo), devido à trovoada e precipitação no grupo central (Faial, Pico, São Jorge, Terceira e Graciosa) e devido ao vento, trovoada e precipitação no grupo oriental (São Miguel e Santa Maria).

O Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores não registou, no entanto, nenhuma ocorrência durante a madrugada deste domingo em nenhuma das ilhas, onde as condições meteorológicas têm vindo, gradualmente, a melhorar, depois da passagem da depressão Kyllian.

As previsões iniciais apontavam para ventos forte a tempestuoso, com rajadas até 140 quilómetros por hora, mas de acordo o IPMA, a rajadas mais forte, registada nas ilhas do Faial e das Flores, não foi além dos 117 quilómetros por hora.

Os meteorologistas preveem, no entanto, que a agitação marítima irá permanecer elevada, mesmo após a passagem da depressão, embora com tendência a diminuir gradualmente.

Também a operação aérea da SATA Air Açores (inter-ilhas) e da Azores Air Lines (entre o continente e a região), está a decorrer na normalidade durante a manhã deste domingo, disse à Lusa o porta-voz da companhia.

António Portugal adiantou também que os cerca de 360 passageiros que ontem ficaram retidos devido ao cancelamento de vários voos, serão reacomodados em ligações previstas para este domingo.

Recorde-se que o Kyllian provocou 97 ocorrências em toda a região, a maioria das quais na ilha Terceira, onde a forte precipitação causou várias inundações, obrigando a realojar seis famílias, que ficaram temporariamente sem casa.

Quedas de árvores, estradas encerradas ao trânsito, devido a derrocadas e transbordos de ribeiras, foram outras ocorrências registadas durante a passagem desta depressão pelo arquipélago.

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