Ópera

Olga Roriz encena óperas “A Voz Humana” e “O Castelo do Barba-Azul” no CCB

"O Castelo do Barba-Azul" e "A Voz Humana" vão ser apresentadas a 6, 8 e 10 de março no CCB, em Lisboa, e contam com a direção musical de Joana Carneiro. Peças incidem na condição humana e na solidão.

As óperas "O Castelo do Barba-Azul" e "A Voz Humana" vão ser encenadas por Olga Roriz

André Kosters/LUSA

Autor
  • Agência Lusa

As óperas “O Castelo do Barba-Azul” e “A Voz Humana”, encenadas por Olga Roriz, vão ser apresentadas a 6, 8 e 10 de março no Centro Cultural de Belém (CCB), em Lisboa, acompanhadas pela Orquestra Sinfónica Portuguesa.

De acordo com a programação do CCB, as duas peças, integradas no Ciclo sobre a Solidão “Sete Rosas Mais Tarde”, vão contar com a direção musical de Joana Carneiro.

O programa reúne “O Castelo do Barba Azul” (1911), ópera em um ato com libreto de Bela Balazs (1884-1949) e música de Bela Bartók (1881-1945), e “A Voz Humana” (1958), tragédia lírica em um ato com libreto de Jean Cocteau (1889-1963) e música de Francis Poulenc (1899-1963).

A conceção cenográfica é de Olga Roriz, Cristina Piedade e João Pedro Fonseca, que também assina o vídeo, e Cristina Piedade é ainda responsável pelo desenho de luz.

Ambas as peças incidem sobre a condição humana e a solidão, começando pela história do duque Barba-Azul, inspirada num conto de Charles Perrault, que no seu castelo, escondia todas as mulheres com quem se casava e tinha assassinado.

A história “encerra uma reflexão profunda sobre a sociedade atual e a dificuldade de integração do indivíduo, tantas vezes condenado pelo seu próprio individualismo à solidão”, de acordo com o texto da programação.

Na segunda ópera, “uma voz, talvez mais humana porque cantada, uma mulher sem nome, ‘Elle’ (‘Ela’), expõe a intimidade e o drama do último contacto telefónico com o seu antigo amante que rompe com ela”.

“A Voz Humana” é uma tragédia lírica em um ato com música de Francis Poulenc, a partir do texto de Jean Cocteau, sobre o medo de romper, de ficar só, de perder quem se ama.

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