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Festivais de Música

MUPA. O Alentejo tem um novo festival, com Allen Halloween e JP Simões a caminho de Beja

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O Festival MUPA quer levar novas sonoridades ao coração do Alentejo. Beja vai receber a primeira edição de um festival que se quer eclético e que conta já com nomes como Allen Halloween e JP Simões.

JP Simões é um dos nomes confirmados para o MUPA

HUGO AMARAL/OBSERVADOR

Beja vai receber nos dias 10 e 11 de maio a primeira edição do Festival MUPA — Música na Planície. Allen Halloween, JP Simões (com o heterónimo Bloom) e Miguel Nicolau são alguns dos nomes do segundo lote de artistas anunciados, que se vão juntar à festa e alargar o leque de sonoridades. O MUPA vai decorrer no centro histórico de Beja, aliando “a variedade sonora aos espaços da cidade que estão repletos de memórias e de história”.

Depois de Lena D’Água e Tahina Rahry, Norberto Lobo, Mynda Guevara e Caroline Lethô, as novas confirmações do Festival MUPA inlcuem Pedrinho (funaná), Rodrigo Amado em formato Motion Trio (jazz), Systemik Violence (punk) e João Melgueira (acid house).

Segundo Vítor Domingos, um dos produtores do festival, o objetivo é dar “uma grande ênfase ao ecletismo que queremos transmitir e levando o maior número de estilos musicais possível, sendo que cada artista no cartaz é muito importante dentro do seu género musical”, explica.

O passe geral que tem um custo de oito euros inclui ainda campismo gratuito no centro da cidade de Beja. Vítor Domingos diz que a organização quer que “cada músico que venha para cá seja singular no que faz, de forma a promover uma oferta de qualidade para os mais variados públicos, a um preço de saldo”.

Os concertos, que vão também decorrer no centro histórico, têm passagem por vários locais emblemáticos da cidade. “Temos um restaurante icónico que servirá de palco para alguns concertos, assim como um bar do mesmo calibre”, explica o produtor, continuando a visita: “Vamos ainda contemplar a capela do Museu Regional de Beja, onde teremos o Norberto Lobo em concerto intimista, e também dois palcos ao ar livre em dois sítios diferentes”, diz, prometendo mais detalhes sobre os recintos para breve.

A realização de festivais fora dos grandes centros urbanos já não enfrenta as mesmas dificuldades de há uns anos e os artistas têm, “no geral, vontade de vir ao Alentejo”, revela o produtor do MUPA, satisfeito com a recetividade. Ainda assim, num festival que quer fazer chegar novas sonoridades ao coração do Alentejo, a música tradicional da região não vai ficar de fora.

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