Ministério Administração Interna

MAI prefere balanço de combate à sinistralidade rodoviária “daqui a uns meses”

Eduardo Cabrita diz que MAI está a trabalhar articuladamente com a PSP, a GNR e o IMT para definir os números de mortes na estrada e que, sobre os já divulgados, está a falar-se "de poucas semanas".

O ministro da Administração Interna considerou que só "daqui a uns meses" será possível fazer um balanço adequado do combate à sinistralidade rodoviária

OLIVIER HOSLET/EPA

O ministro da Administração Interna, questionado esta quinta-feira em Bruxelas sobre os números de mortes na estrada nos primeiros dois meses do ano, considerou que só “daqui a uns meses” será possível fazer um balanço adequado do combate à sinistralidade rodoviária.

“Estamos a trabalhar articuladamente, a Autoridade Nacional (de Segurança Rodoviária) com a PSP, a GNR e o IMT (Instituto da Mobilidade e Transportes), fazendo uma análise que passa pela tomada de decisões na agilização de procedimentos, na atuação concreta em mecanismos de redução de velocidades em áreas identificadas como críticas, e em acentuar medidas de fiscalização conjunta e de dar visibilidade, também numa dimensão preventiva”, comentou.

Quanto aos números divulgados na passada segunda-feira pela Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), que dão conta de 83 mortos nas estradas portuguesas nos primeiros dois meses do ano (mais um do que em igual período de 2018), observou que se está a falar “de poucas semanas”. “Falaremos daqui a uns meses sobre os resultados”, declarou.

Segundo a ANSR, que reúne dados da PSP e da GNR, além do aumento do número de vítimas mortais em termos homólogos, o número de acidentes também aumentou ligeiramente este ano, registando-se, entre 1 de janeiro e 28 de fevereiro, 20.322 desastres, mais 185 do que em igual período do ano passado, quando se registaram 20.137.

Também os feridos graves aumentaram até 28 de fevereiro, tendo sofrido ferimentos graves 283 pessoas, mais 36 do que no mesmo período de 2018.

Os dados disponibilizados pela ANSR mostram que, desde 2016, o número de mortos tem vindo aumentar, sendo contabilizados, nos dois primeiros meses do ano, o maior número de vítimas mortais dos últimos quatro anos, quando comparados por períodos homólogos.

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