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Violência Doméstica

Homem suspeito de matar mulher em Vieira do Minho fica em prisão preventiva

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António Fidalgo, suspeito de matar a mulher na véspera do dia de Luto Nacional pelas vítimas de violência doméstica, vai aguardar julgamento em prisão preventiva. Continua a reclamar inocência.

Em dezembro de 2017, os dois chegaram a promover o negócio no programa da RTP "Aqui Portugal", onde Ana Paula e António falaram sobre o seu percurso desde Londres até Braga

RTP

António Fidalgo, suspeito de ter estrangulado a mulher Ana Paula até à morte em Salamonde, Vieira do Minho, vai ficar em prisão preventiva enquanto espera pela data do julgamento. A decisão foi decretada pelo juiz que o interrogou em Guimarães, noticiaram o jornal local O Minho e o Jornal de Notícias.

O suspeito, que tem 44 anos, entregou-se à GNR na quarta-feira à noite, alegando ser inocente da morte da mulher, ao contrário do que foi inicialmente noticiado. A inocência foi reclamada pelo seu advogado, João Magalhães, que garante que Ana Paula Fidalgo estava viva e com o seu alegado amante depois do último contacto com o marido.

O meu cliente não confessou a autoria do homicídio. Quando se entregou na GNR, disse que agrediu a mulher e confessou um crime público, que é violência doméstica. Nunca disse que a matou”, afirmou o advogado ao JN.

João Magalhães disse ainda ao diário que na última conversa com o seu cliente, a vítima “terá tentado tirar-lhe dinheiro. Houve zaragata, agressões, estaladas e o meu cliente abandonou a casa. O que aconteceu no local após a saída do meu cliente, não sabemos”.

António Fidalgo e Ana Paula tinham dois filhos. Com esta morte, subiu para 13 o número de pessoas assassinadas em contexto de violência doméstica nos últimos dois meses e uma semana. Entre as 13 vítimas está uma bebé de dois anos.

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