Macau

Turismo de Macau investe 300 mil euros para cativar portugueses

O Turismo de Macau investiu 300 mil euros para promover esta semana aquele território como destino turístico em Portugal, com iniciativas em Lisboa e no Porto.

José Goulao/LUSA

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  • Agência Lusa
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O Turismo de Macau investiu 300 mil euros para promover esta semana aquele território como destino turístico em Portugal, com iniciativas em Lisboa e no Porto para mostrar que tem mais para oferecer do que o jogo, segundo uma responsável daquele organismo.

Durante uma semana, uma delegação liderada pelo secretário para os Assuntos Sociais e da Cultura, Alexis Tam, promove encontros com jornalistas, um espetáculo de “video mapping” no Terreiro do Paço, em Lisboa, e danças de rua em vários pontos da cidade, além de uma visita ao Porto na sexta-feira, para inaugurar a exposição do artista autista de Macau, Leong Ieng Wai, que vai estar patente até finais de abril.

Macau é o destino internacional convidado deste ano na Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL), que vai decorrer entre 13 e 17 de março na FIL (Lisboa).

Segundo a coordenadora do Turismo de Macau em Portugal, Paula Machado, o investimento nesta operação turística rondou três milhões de patacas (cerca de 300 mil euros).

Os chineses constituem 90% dos 35 milhões de turistas que visitam anualmente Macau e o governo da região aposta na diversificação da oferta turística para captar mais visitantes, incluindo portugueses que representam uma ínfima fatia do total (16 mil visitantes em 2018, segundo o Turismo de Macau)

Em declarações aos jornalistas, Alexis Tam destacou que Macau é a única região chinesa que tem ligação ao património português, um legado que a torna “única” e que deve ser aproveitado para atrair mais visitantes.

Entre os fatores de atração turística, Macau tem apostado no desenvolvimento da gastronomia e valorização do património (incluindo monumentos e edifícios classificados pela Unesco).

Este ano vai ser lançado também um novo produto turístico, o Arte Macau, um evento internacional de artes e cultura que vai decorrer entre junho e setembro.

Alexis Tam referiu que Macau tem “todas as condições” para ser um palco privilegiado das artes contemporâneas, oferecendo assim os “conteúdos culturais” que muitos turistas procuram também.

“Queremos transformar os hotéis em galerias de arte durante quatro meses”, assinalou o governante.

Para Alexis Tam, a amizade Portugal-China vai sair reforçada em 2019, um ano marcante para Macau, que assinala o 20.º aniversário da transferência da administração do território para a China. 2019 marca igualmente os 40 anos de estabelecimento de relações diplomática entre Portugal e a República Popular da China.

Além disso, Macau é a “única cidade da China onde o português é também língua oficial”.

O secretário dos Assuntos Sociais e a Cultura de Macau perspetivou um futuro “brilhante” para o turismo da região, que cresceu 211% entre 1999 e 2018 passando de 11,5 para 35,8 milhões de pessoas, e apontou entre as áreas com mais potencial, além do jogo, indústrias como a da medicina tradicional chinesa e o turismo de eventos.

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