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Terrorismo

“Um homem entrou numa carruagem e começou a disparar”. Relatos do tiroteio na Holanda

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Os primeiros testemunhos do tiroteio em Utrecht contam como inicialmente o condutor do elétrico não abriu as portas e como as pessoas partiram as janelas para fugir.

Outra testemunha contou que viu um homem levantar-se e começar a atirar "com uma arma grande"

ROBIN VAN LONKHUIJSEN/EPA

Começam a chegar os primeiros relatos de testemunhas que estiveram no local do tiroteio desta segunda-feira, na cidade de Urecht, na Holanda, e que terá provocado vários feridos. Algumas testemunhas dizem que um homem entrou dentro de um elétrico e começou a disparar indiscriminadamente, outras dão conta de feridos e que as pessoas tiveram de partir o vidro do veículo para conseguirem fugir.

“Um homem entrou numa carruagem e começou a disparar. O condutor do elétrico não conseguiu abrir imediatamente as portas, mas alguns passageiros partiram os vidros das janelas e foi assim que conseguiram escapar”, adianta um site de notícias holandês, citado pela SIC Notícias.

“Um homem começou a atirar descontroladamente”, contou uma testemunha ao site de notícias holandês NU.nl. Outra testemunha disse à emissora pública holandesa NOS, citada pela BBC, que viu uma mulher ferida com sangue nas mãos e nas roupas. “Eu trouxe-a para o meu carro e ajudei-a”, disse a testemunha. “Quando a polícia chegou, ela estava inconsciente”.

Citado pelo The Herald, em entrevista à RTV, uma testemunha disse ter visto quatro homens a disparar contra uma mulher que caiu no chão enquanto gritava: “Eu não fiz nada”. Jimmy de Koster contou ainda: “Eu vinha do trabalho quando aconteceu. Eu estava ao pé dos semáforos da praça e vi uma mulher, entre os 20 e os 35 anos.”

Outra testemunha contou ao NRC que viu um homem levantar-se e começar a atirar “com uma arma grande”. “Eu estava na parte de trás do elétrico. Ele disparou à sua volta, mas parecia estar a ver as pessoas sentadas nos bancos — todos se afastaram”, disse.

“O condutor não abriu as portas de imediato. Dois rapazes perto de mim deram um pontapé contra a janela, e eu fugi lá para fora. Mais pessoas fizeram isso.”

No Twitter, também vão surgindo vários relatos sobre o ataque. “Eu estava ao lado do hospital depois de sair da escola e nunca ouvi tantas ambulâncias ao mesmo tempo. (…) Há polícia e helicópteros por todo o lado”, refere esta utilizadora daquela rede social, que se diz “muito assustada”.

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Não, eu não elegi este governo. Mas o meu país o fez. Parte por acreditar na política do ódio, parte por ignorância, parte por ser vítima das tantas fake news produzidas ao longo do processo eleitoral

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