Sindicatos

Sindicatos médicos marcam “cimeira” para analisar impasse de negociações com Governo

Os sindicatos médicos vão reunir-se em Lisboa na quarta-feira "para análise detalhada, circunstanciada e exaustiva do impasse que tem imperado no processo negocial com Governo".

Segundo os sindicatos, o Governo "não tem aproveitado a abertura negocial e a paciência reveladas pelos sindicatos"

ANTONIO SILVA/LUSA

Autor
  • Agência Lusa

Os sindicatos médicos vão realizar na próxima semana “uma cimeira” para analisar de forma detalhada e exaustiva “o impasse” das negociações com o Governo, que acusam de não aproveitar a “abertura negocial e a paciência” dos sindicatos.

Numa nota enviada à agência Lusa, a Federação Nacional dos Médicos (FNAM) e o Sindicato Independente dos Médicos (SIM) indicam que vão reunir-se em Lisboa na quarta-feira numa “cimeira entre as duas organizações para análise detalhada, circunstanciada e exaustiva do impasse que tem imperado no processo negocial com Governo”.

Para as estruturas sindicais dos médicos, o Governo “não tem aproveitado a abertura negocial e a paciência reveladas pelos sindicatos em três anos de resultados praticamente nulos“.

Os sindicatos manifestam-se apostados em dignificar a carreira médica e revitalizar o papel do médico.

Este encontro, de onde sairá uma declaração conjunta, antecede uma reunião com o Ministério da Saúde marcada para dia 3 de abril.

Na semana passada, o SIM tinha adiantado à agência Lusa que estava a analisar a possibilidade de uma greve de médicos internos (em formação especializada no Serviço Nacional de Saúde), enquanto a FNAM admitia igualmente estudar formas de luta.

Os sindicatos médicos têm reivindicado várias matérias, como a redução das 18 horas para as 12 horas semanais de serviço de urgência, uma nova grelha salarial (com a atual congelada há cerca de uma década) ou carreiras médicas no INEM, no Ministério da Defesa e no Instituto de Medicina Legal, como recordou à Lusa o secretário-geral do SIM, Roque da Cunha.

Uma das medidas defendidas pelos sindicatos nos últimos anos tem sido igualmente a redução da lista de utentes por médico de família.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt
Sindicatos

Vivam as greves livres

Nuno Cerejeira Namora

Estes movimentos têm de ser encarados como o sintoma de um mal maior: a falência do sindicalismo tradicional e a sua incapacidade de dar resposta às legítimas aspirações dos seus filiados.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)