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DJ e produtora portuguesa Violet atua em julho no festival Roskilde na Dinamarca

A DJ e produtora portuguesa Violet vai atuar a 4 de julho como "DJ residente no palco Apollo", no festival de música Roskilde, na Dinamarca, que se realiza desde 1971.

Nos últimos anos, a DJ e produtora portuguesa tem atuado em festas e discotecas por toda a Europa

Jens Noergaard Larsen/EPA

A DJ e produtora portuguesa Violet atua em julho no festival de música Roskilde, na Dinamarca, que se realiza anualmente desde 1971, cujo cartaz já está fechado.

Violet atua a 4 de julho, como “DJ residente no palco Apollo”, de acordo com informação disponível no ‘site’ oficial do festival.

Em Lisboa, onde nasceu, Violet (Inês Coutinho) “tem contribuído para a cena local de vários ângulos“. “Cofundadora da Rádio Quântica e residente na mina — rave queer que decorre em locais inesperados. Este trabalho permeia a prática de Violet enquanto artista, como ela pensativamente expressa a história política da música de dança através da sua voz e da sua música”, lê-se na página do festival.

Dedicada à música há mais de dez anos, integrou a banda A.M.O.R., antes de se lançar a solo como Violet, editar o EP “River Styx” e criar a editora Naive.

Nos últimos anos, a DJ e produtora portuguesa tem atuado em festas e discotecas por toda a Europa, tendo no ano passado realizado as primeiras digressões nos Estados Unidos e na Ásia.

No cartaz da edição deste ano do Roskilde, que decorre entre 29 de junho e 6 de julho, consta outra portuguesa: a artista Marisa Benjamim, incluída no programa de artes e debate.

A presença da artista, a residir em Berlim, foi anunciada em fevereiro.

“No festival será possível provar a bebida ‘detox’ de flores de Marisa Benjamim, servida num laboratório a pedal. O laboratório explora sabores e interações sociais e chama a atenção para a comida e a bebida do futuro. Um dia viveremos todos de flores, ervas e bagas?”, refere a organização.

No laboratório de sabores, que irá circular pelo recinto, será possível “matar a sede e a ressaca com a bebida ‘detox’ Eau Florale”. De acordo com a organização, esta bebida é feita de “água mineral e uma extração de ervas e flores sazonais, como flores de cebolinho”.

A Eau Florale integrou a exposição sensorial “A Laboratory for the Deceleration of the Body and for a New Politics of the Senses”, que esteve patente na Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Riga 2018.

Marisa Benjamim “utiliza flores como matéria-prima e ponto de partida para as suas performances e instalações ‘Flauristaurant'”.

Nascida em Portugal em 1981, Marisa Benjamim é licenciada em Artes Plásticas pela Escola Superior de Artes de Design (ESAD) das Caldas da Rainha, e concluiu um mestrado na Universidade das Artes de Berlim.

A artista portuguesa expõe a solo desde 2011, tendo mostrado o seu trabalho na Alemanha e em Espanha. Em exposições de grupo, o trabalho de Marisa Benjamim já foi também mostrado em países como os Estados Unidos, a Polónia e Itália.

O cartaz da edição deste ano do festival Roskilde inclui, entre outros, Bob Dylan, The Cure, Cardi B, Jorge Ben Jor, Travis Scott, Janelle Monáe, Jorja Smith, Cypress Hill, Rosalía, Underworld e Spiritualized.

Os Moonspell foram os primeiros portugueses a atuar no festival, em 1998. Entretanto, o festival da Dinamarca recebeu os Buraka Som Sistema, em 2007, os Throes + The Shine, em 2013, e o projeto Batida, de Pedro Coquenão, em 2015. O artista Miguel Januário, com o projeto ±maismenos±, foi o primeiro português a participar no programa de artes e debates do festival, na edição do ano passado.

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