Saúde

CUF volta a ter acordo com militares das Forças Armadas

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Depois de ter comunicado que ia suspender o acordo com o sistema de saúde das Forças Armadas, o grupo José de Mello Saúde, que gere os hospitais da CUF, decide agora levantar a suspensão da convenção.

A José de Mello Saúde gere os hospitais e clínicas CUF

Manuel Almeida/LUSA

Autor
  • Agência Lusa

A José de Mello Saúde, que gere os hospitais e clínicas CUF, decidiu levantar a suspensão da convenção para prestação de cuidados de saúde aos beneficiários do subsistema público de assistência na doença aos militares (ADM), foi esta terça-feira anunciado.

Segundo um comunicado interno a que a Lusa teve acesso, “a José de Mello Saúde vai levantar, com efeitos imediatos, a suspensão da execução da convenção com o Instituto de Ação Social das Forças Armadas (IASFA)”.

Em fevereiro, o grupo José de Mello Saúde tinha comunicado ao IASFA que iria suspender o acordo para a prestação de cuidados de saúde a partir de 01 de abril devido a atrasos nos pagamentos da faturação.

A decisão tomada agora, de levantar a suspensão, surge depois do compromisso assumido pelo conselho diretivo do IASFA e pela tutela de apresentarem “um plano de regularização da elevada dívida acumulada às unidades CUF, a qual continuou a aumentar até ao final de março”, lê-se no documento.

“A José de Mello Saúde tem plena confiança no compromisso assumido pelo IASFA de que irá apresentar, até meados do próximo mês de maio, um rápido plano de regularização da dívida permitindo reduzi-la substancialmente e em tempo útil”, afirma o grupo privado de saúde.

“Assim, e por forma a não prejudicar os militares e seus familiares, as unidades da rede CUF retomam a normal execução da convenção, continuando a prestar cuidados de saúde de forma plena aos beneficiários deste subsistema de saúde”, acrescenta a mesma fonte.

O IASFA saudou esta terça-feira a decisão do grupo privado de saúde, considerando que se trata do resultado “dos esforços que a nova direção” do instituto tem feito junto dos grupos privados e da tutela para um plano de ação com vista a “restabelecer o equilíbrio financeiro da ADM e a regularização da dívida acumulada”.

A ADM segue as regras e as tabelas de preços da ADSE, o subsistema de saúde dos trabalhadores e reformados da função pública.

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