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Ensino Superior

IST integra rede de escolas de engenharia que quer cursos transeuropeus

O objetivo é criar um campo interuniversitário para estudantes cientistas. O projeto engloba faculdades de Portugal, Espanha, Itália, França, Alemanha, Suécia e Finlândia.

Ao todo, as faculdades do projeto têm cerca de 167 mil alunos

Jose Sena Goulao/LUSA

Autor
  • Agência Lusa

O Instituto Superior Técnico (IST) assina esta quinta-feira um acordo com seis instituições congéneres europeias para criar um campus interuniversitário para estudantes e cientistas, “com uma qualidade de alto nível”, tendo também como objetivo a criação de cursos transeuropeus. O protocolo é assinado em Lisboa, no ‘campus’ da Alameda do IST, com o objetivo de criar uma rede de ensino superior de engenharia na Europa, e vai integrar sete instituições, incluindo o instituto português numa aliança denominada UNITE! (University Network for Innovation, Technology and Engineering, na denominação em inglês).

A rede UNITE! Integra, segundo a informação disponibilizada pelo IST, a Aalto University (Finlândia), o KTH Royal Institute of Technology (Suécia), o Grenoble Institute of Technology (França), o Polytechnic University of Turin (Itália), o Polytechnic University of Catalonia (Espanha), o Instituto Superior Técnico da Universidade de Lisboa (Portugal) e a Technische Universität Darmstadt (Alemanha), que, em conjunto, “têm mais de 167.000 alunos inscritos e anualmente formam 36.700 graduados”.

“A Aliança denominada UNITE! é coordenada pela TU Darmstadt. As sete universidades que integram este consórcio têm como objetivo utilizar esta aliança para criar um Campus Interuniversitário Europeu para estudantes e cientistas, ao mesmo tempo que integram regiões e empresas, criando assim cursos transeuropeus de formação, cooperação científica na formação e investigação e transferências de conhecimento internacional”, refere uma nota de imprensa do IST, que acrescenta que o ‘campus’ pretende oferecer “oportunidades únicas de formação para estudantes e professores”. A mesma nota refere que “o objetivo é que esta rotina de cooperação esteja a funcionar em pleno até 2025”.

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