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PS diz que aumento da idade de reforma está fora dos planos do Governo

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Carla Tavares diz que estudo que aponta para o crescimento do número de pensionistas é "insuficiente" e que aumentar a idade de reforma em três anos "não passa pela intenção do Governo" e PS.

O número de pensionistas deverá crescer de 2,7 para 3,3 milhões até 2045, informa estudo da Fundação Francisco Manuel dos Santos

MIGUEL A. LOPES/LUSA

Autor
  • Agência Lusa
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A deputada socialista Carla Tavares garantiu esta sexta-feira, no Parlamento, que não está nos planos do Governo e “muito menos” nos do PS aumentar a idade de reforma em três anos.

“Tendo sido hoje tornado público um estudo da Fundação Francisco Manuel dos Santos sobre pensões, o grupo parlamentar do Partido Socialista não pode deixar de referir, e tendo em conta algum alarme que possa ser suscitado na sequência desse mesmo estudo, que não passa pela intenção do Governo e, muito menos, pela do Partido Socialista aumentar a idade de reforma em três anos”, disse Carla Tavares aos jornalistas.

O estudo em causa aponta que o número de pensionistas deverá crescer de 2,7 para 3,3 milhões até 2045, o que deveria levar ao aumento da idade de reforma em três anos, para evitar transferências do Orçamento do Estado.

“Aumentar em três anos a idade de acesso às Pensões de Velhice (e pensões antecipadas) da Segurança Social e da CGA [Caixa Geral de Aposentações] permitiria adiar o aparecimento de défices crónicos no Regime Previdencial da Segurança Social para além de 2070″, lê-se no documento.

De acordo com a deputada, o estudo é “insuficiente”, ignorando aspetos como o “aumento das contribuições”, que tem feito com que as contas da Segurança Social “ao longo destes últimos quatro anos” tenham “atingido um valor que hoje pode-se dizer ser confortável”.

Carla Tavares destacou ainda o excedente do Fundo de Estabilidade da Segurança social e “o aumento da receita em 8% no primeiro trimestre de 2019”. Para a socialista “estes dados devem ser salientados”, sobretudo, tendo em conta que o grupo parlamentar “sempre recusou […] a opção de privatização dos fundos de pensões”.

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