Rádio Observador

Vimos e Gostámos

David Bowie, Thom Browne e a simplicidade de uma cadeira chamada “Manuel”

Repousados, protegidos do sol, perfumados e armados com as cores da estação. Tudo em grande estilo, claro. Vá de viagem com a Claus Porto e conheça o novo templo da moda na capital.

Os SLIM I

A icónica cor de camelo, o preto clássico, o havana e o cinza para as armações, combinadas com lentes cinza, castanha ou azul. Estão cá os elementos todos da Max Mara, que apresenta a nova linha de óculos graduados e de sol, com a devida inspiração retro. Os MM SLIM I (140 euros), por exemplo, são uma viagem aos anos 90 em acetato, com o volume e as proporções afinados com os nossos dias. Também é bem possível que se perca entre os modelos oversize que fazem ligação direta com a década de 70, ou entre as armações borboleta que nos devolvem aos sixties em grande estilo.

A Água de Colónia

São 10 ml em spray, a companhia em miniatura perfeita com o carimbo da Claus Porto (25 euros). Água de Colónia é uma coleção de fragrâncias que “descreve a beleza das paisagens portuguesas, dos pinhais da Comporta às árvores de citrinos do Douro”. A paleta é variada — embalados pelo laranja, elegemos a Água Clementina para uma saudável overdose cítrina combinada com lavanda que nos transporta para o norte do país. Fácil de transportar e fiel companhia de quem está sempre em movimento.

A cadeira “Manuel”

A estreia da nova marca portuguesa de mobiliário Fuschini acontece em Itália, em plena Milan Design Week, e há uma peça que se destaca nesta montra: “a cadeira de madeira mais leve do mundo”. Em bom rigor, chama-se “Manuel” pesa apenas 1,20 kg, foi construída em madeira de Kiri, e é tão fina quanto resistente. É este o cartão de visita da criação assinada pelos arquitetos Sara Oom de Sousa e Vasco Lima Mayer, cuja coleção de arranque foi inspirada no design do séc. XX, em particular no trabalho dos designers e arquitetos Charlote Perriand e Pierre Jeanneret.

A nova Tem-Plate

É um novo templo de moda e das artes que abre portas no bairro de Marvila, para maravilhar a vista na zona cool e oriental da cidade de Lisboa e/ou desgraçar a carteira num passo luxuoso e exclusivo. A Tem-Plate é uma loja high-end que vai acolher marcas como Jacquemus, Comme des Garçons, Burberry, Loewe, Raf Simons, Thom Browne, Jil Sander, Moncler, Maison Margiela, Yohji Yamamoto e Off-White, uma verdadeira legião saída das passerelles. Este parque de diversões para trend seekers foi fundado pelo coreano Rune Park e pelo belga Robby Vekemans, profissionais do setor, apostados em oferecer uma nova perspetiva do universo do retalho a nível internacional.

Rua Projectada à Matinha, F, Lisboa, Seg-Sáb 10h00-18h00

A primavera da BAM

Rachas ousadas, sobreposições, camadas, e tons que variam entre o nude e os gomos de uma laranja sumarenta. São 21 peças exclusivas – de tops a macacões, passando por calças, saias, camisas e vestidos, sem esquecer os bodies com abertura nas costas (os preços oscilam entre os 39 e os 89 euros). É assim a nova coleção primavera-verão BOW SS’19 da marca portuguesa BAM, criada por Ana Menezes. Está tudo na loja online ou recetivo a visita in loco, na morada em baixo, mediante marcação prévia.

Showroom / Atelier BAM, Calçada da Tapada, 29, R/c esquerdo, Lisboa

O encontro Vans x Bowie

Uma parceria entre camaleões que vai levar muito boa gente a pedir a antecipação do presente de aniversário ou mesmo de Natal. De um lado, a Vans, do outro o músico David Bowie, cuja vida e legado são evocados através de uma coleção unissexo de vestuário e calçado para adultos e crianças, numa cápsula de cinco peças. Cada modelo de ténis foi desenhado para representar momentos que revisitam as capas de álbuns icónicos como “Aladdin Sane” ou “Ziggy Stardust”.

A coleção Vans x David Bowie está disponível em lojas selecionadas e online de 5 de abril.

Não queremos ser todos iguais, pois não?

Maio de 2014, nasceu o Observador. Junho de 2019, nasceu a Rádio Observador.

Há cinco anos poucos acreditavam que era possível criar um novo jornal de qualidade em Portugal, ainda por cima só online. Foi possível. Agora chegou a vez da rádio, de novo construída em moldes que rompem com as rotinas e os hábitos estabelecidos.

Nestes anos o caminho do Observador foi feito sem compromissos. Nunca sacrificámos a procura do máximo rigor no nosso jornalismo, tal como nunca abdicámos de uma feroz independência, sem concessões. Ao mesmo tempo não fomos na onda – o Observador quis ser diferente dos outros órgãos de informação, porque não queremos ser todos iguais, nem pensar todos da mesma maneira, pois não?

Fizemos este caminho passo a passo, contando com os nossos leitores, que todos os meses são mais. E, desde há pouco mais de um ano, com os leitores que são também nossos assinantes. Cada novo passo que damos depende deles, pelo que não temos outra forma de o dizer – se é leitor do Observador, se gosta do Observador, se sente falta do Observador, se acha que o Observador é necessário para que mais ar fresco circule no espaço público da nossa democracia, então dê o pequeno passo de fazer uma assinatura.

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