O Banco Central Europeu (BCE) publicou esta terça-feira um estudo que assegura que, desde que introduziu medidas internas para impulsionar a promoção de mulheres, a diferença entre mulheres e homens diminuiu.

Antes de 2011 a probabilidade de um homem ser promovido no BCE depois de ter trabalhado dez anos na instituição era 36% mais alta do que a de uma mulher, mas este diferencial reduziu-se para 8% em 2018.

O estudo elaborado por Laura Hospido, Luc Laeven e Ana Lamo sublinha que, em geral, as mulheres pedem menos promoções no seio do BCE.

Em média, uma mulher demora nove anos a pedir uma promoção no BCE desde que ali começa a trabalhar, enquanto um homem tarda apenas seis anos.