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Segurança Rodoviária

Cerca de 73 mil condutores perderam pontos na carta de condução no primeiro trimestre do ano

No 1.º trimestre deste ano houve 73 mil automobilistas a perder pontos nas cartas de condução e foram cassadas mais cartas de condução (168) que em todo o ano de 2018 (17).

ANTÓNIO COTRIM/LUSA

No 1.º trimestre deste ano houve 73 mil automobilistas a perder pontos nas cartas de condução e foram cassadas mais cartas de condução (168) que em todo o ano de 2018 (17), disse esta sexta-feira fonte oficial.

“Este ano já registámos cerca de 73 mil automobilistas com perdas de pontos na carta de condução e no primeiro trimestre já foram cassadas (anuladas) mais cartas [de condução] do que em todo o ano de 2018”, avançou o secretário de Estado da Proteção Civil, José Neves, à margem de uma ação de sensibilização e fiscalização rodoviária no âmbito da Operação Páscoa 2019, que decorreu esta manhã, na A1, junto às portagens dos Carvalhos, Porto.

Dados da Secretaria de Estado da Proteção Civil avançados hoje à Lusa indicam que no primeiro trimestre de 2019 foram cassadas “168 cartas”, enquanto que no período homólogo de 2018 foram cassadas “17 cartas de condução”.

O secretário de Estado da Proteção Civil, José Neves, participou hoje numa ação de sensibilização e fiscalização rodoviária na A1, junto às portagens dos Carvalhos, no Porto, onde esteve a entregar panfletos sobre segurança rodoviária aos automobilistas que eram mandados parar pela GNR.

Na Operação Páscoa 2019 da GNR estão, em média, 1.200 militares a efetuar um patrulhamento de prevenção aos condutores, que são sensibilizados pelas autoridades a terem uma condução mais segurança, recebendo um panfleto onde constam os principais comportamentos de risco, como a não utilização de cinto de segurança, uso indevido de telemóvel ou velocidade e manobras perigosas.

A Operação Páscoa 2019 da GNR, que termina à meia noite da próxima segunda-feira, dia 22 de abril, registou até esta quinta-feira passada um total de 250 acidentes e cinco feridos graves, disse hoje fonte da GNR.

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