Força Aérea

Hélis até 2022 custam menos 20% do que o previsto

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A Força Aérea Portuguesa deu por concluído o concurso dos 35 meios aéreos para combate aos fogos até 2022, noticia o JN, avançando que os helicópteros vão custar menos 20% do que o previsto.

MIGUEL A. LOPES/LUSA

A Força Aérea Portuguesa deu por concluído o concurso dos 35 meios aéreos para combate aos fogos até 2022, noticia esta sexta-feira o Jornal de Notícias, avançando que os helicópteros vão custar menos 20% do que o previsto.

De acordo com o JN, as primeiras aeronaves começam a voar em 15 de maio e as restantes a 1 de junho.

“Pela primeira vez, o Estado vai pagar menos 20% pelos lotes de aeronaves que levou a concurso por 80,218 milhões de euros”, escreve o JN.

O jornal diz que a Força Aérea desvalorizou acusações contra o vencedor do concurso, a HeliBravo, por parte de outros concorrentes, que acusaram a empresa de ter falseado declarações e de “esmagar as margens de lucro” do setor.

De acordo com o diário, “foram desvalorizadas” as denúncias contra o vencedor, que apontavam o facto de “ter omitido que não possuía o número de aeronaves necessárias e que irá recorrer à subcontratação de duas empresas investigadas em Espanha e Itália por cartelização de preços — a Faasa e a Elitellina”.

O jornal teve acesso a um relatório de 31 páginas, no qual o júri, presidido pelo major-general Paulo Guerra terá rebatido as alegadas graves irregularidades denunciadas por dois dos concorrentes, a multinacional Barbcock e a HTA.

A HeliBravo vai fornecer ao Estado, por 52,9 milhões de euros, os 18 helicópteros ligeiros — um dos quais vai ficar na Madeira — e 12 médios.

Segundo as contas do JN, a HeliPortugal, que também foi alvo de contestação, fornecerá, por 4,4 milhões de euros, os quatro Kamov que já assegurou em 2018 e a portuguesa CCB estreia-se no setor com um contrato de 8,2 milhões de euros, para dois aviões anfíbios.

A HeliBravo tem um contrato bianual de dez helicópteros, celebrado no ano passado, à semelhança da AgroMontiar, com quatro aviões, recorda-se no artigo, em que se assinala que faltam nove aeronaves para atingir o objetivo anunciado pelo governo de 61 aeronaves destinadas ao combate a incêndios este ano.

“Com o fim deste concurso, fica com 52, contando com os três hélis B3 do Estado entregues à HeliPortugal”, lê-se no texto.

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