Marinha

Autoridade Marítima Nacional e Marinha alertam para agravamento do vento e agitação marítima no norte do país

As condições adversas começam na madrugada de quinta-feira e mantêm-se até à tarde do dia 26. As ondas podem chegar aos oito metros e o vento pode ter rajadas superiores a 90 quilómetros/hora.

As autoridades recomendam a vigilância apertada de embarcações e desaconselham a permanência junto a zonas costeiras

RUI FARINHA/LUSA

A Autoridade Marítima Nacional (AMN) e a Marinha alertaram esta quarta-feira para um “agravamento excecional” das condições de vento e agitação marítima, a partir da madrugada de quinta-feira, na região Norte de Portugal continental.

“A agitação marítima será caracterizada por ondulação proveniente dos quadrantes noroeste com altura significativa que poderá atingir os oito metros e o período médio a variar entre os 11 e os 14 segundos. O vento poderá registar velocidades superiores a 50 quilómetros/hora e rajadas acima de 90 quilómetros/hora”, refere a AMN em comunicado.

Segundo o documento, o agravamento das condições de vento e agitação marítima vai manter-se até à tarde de sexta-feira, dia 26, sendo recomendado o reforço da amarração e vigilância apertada das embarcações atracadas e fundeadas, bem como evitar passeios junto ao mar, de onde se destacam os molhes de proteção dos portos.

Aconselha-se igualmente que os marítimos mantenham um estado de vigilância permanente e o acompanhamento da evolução da situação meteorológica, dos avisos à navegação e de previsão meteorológica radiodifundidos pela Marinha relativos à previsão meteorológica, bem como outras informações das capitanias sobre as condições de acesso aos portos”, salienta.

A AMN desaconselha a população a permanecer nas zonas costeiras, a passear junto à orla costeira, nas arribas e nas praias, bem como a prática de atividades lúdicas nas zonas expostas à agitação marítima.

“Desaconselha-se vivamente a pesca lúdica, em especial junto às falésias e zonas de arriba nas frentes costeiras atingidas pela rebentação das ondas, tendo sempre presente que nestas condições o mar pode facilmente alcançar zonas aparentemente seguras”, conclui.

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