Boeing

Lucros da Boeing caem 13% no 1.º trimestre para 1.913 milhões de euros

A queda deve-se à proibição de voos com aviões 737 Max 8 e 9, devido aos acidentes ocorridos na Indonésia e na Etiópia. A companhia procura agora recuperar a confiança dos clientes e dos reguladores.

A multinacional divulgou os dados em comunicado

MIGUEL GUTIERREZ/EPA

A multinacional norte-americana Boeing registou um lucro de 2.149 milhões de dólares (cerca de 1.913 milhões de euros) no primeiro trimestre, menos 13% do que no período homólogo, foi esta quarta-feira anunciado.

Em comunicado, citado pela agência EFE, a empresa explicou que estes resultados foram influenciados pela proibição de voos com aviões 737 Max 8 e 9, devido aos acidentes ocorridos na Indonésia e na Etiópia.

Por sua vez, no período em causa, as receitas da fabricante aeronáutica ascenderam a 22.917 milhões de dólares (20.398 milhões de euros), menos 2% do que em igual período de 2018.

“A Boeing está a fazer um progresso constante no caminho para uma certificação final para uma atualização de software para o 737 Max, com mais de 135 voos de teste”, acrescentou.

A companhia vincou ainda que continua a trabalhar com os reguladores internacionais e com as suas companhias associadas para “provar exaustivamente” o software.

Na companhia estamos concentrados na segurança e em devolver o 737 Max ao serviço, [bem como] em voltar a ganhar a confiança dos clientes, dos reguladores e do público que voa”, afirmou, citado no mesmo documento, o presidente da Boeing, Dennis Muilenbur.

No passado dia 10 de março, um Boeing 737-8 MAX, da Ethiopian Airlines, despenhou-se pouco depois de descolar de Adis Abeba, Etiópia. Nenhuma das 157 pessoas que estavam a bordo do avião sobreviveu.

Este acidente ocorreu cerca de cinco meses depois de um outro Boeing 737 MAX da companhia Lion Air ter caído na Indonésia cerca de 12 minutos após a descolagem e por causa de falhas técnicas, de acordo com os dados recolhidos de uma das caixas negras do aparelho.

A agência federal de aviação norte-americana (FAA, na sigla em inglês) proibiu os voos com aparelhos Boeing 737 MAX após os dois acidentes trágicos da Lion Air e da Ethiopian Airlines.

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