Celebridades

Nicole Kidman, a atriz “que não pára de brilhar” e a “mãe impopular” que proíbe os filhos de usarem telemóvel

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Com a carreira de vento em popa, a atriz é a mais recente capa da Vanity Fair, que percorre o sucesso de "Big Little Lies", a vida em Nashville, a relação com a prole, e os desafios aos 51 anos.

Aos 51 anos, a atriz australiana não dá sinais de abrandar, ocupando com sucesso o pequeno ecrã

AFP/Getty Images

Fotografada por Collier Schorr, a “celestial” Nicole Kidman ocupa a primeira página da revista Vanity Fair, numa produção meio andrógina que revalida o seu perfil “camaleónico” e a sua capacidade de se reinventar, sobretudo a partir “daquela idade em Hollywood em que historicamente as mulheres — especialmente as atrizes principais — são forçadas a desvanecerem, talvez a agarrarem um papel na Brodway ou um cameo à medida que as luzes se apagam. Em vez disso, Kidman brilha mais do que nunca”, descrevem.

Aos 51 anos, a atriz australiana passa em revista um 2018 bem preenchido e sucedido, a vida em Nashville, onde se instalou há 13 anos com o marido, o músico de country Keith Urban, a agradável rotina de “tour wife”, a capacidade de memória, a queda para os números, ou ainda os mais de 30 anos sem fazer televisão — recorde-se que a segunda temporada de “Big Little Lies” estreia-se no próximo mês.

O número de maio da publicação revê a “carreira prolífica” de uma estrela que não dá sinais de parar de brilhar. Ainda esta primavera, a Blossom Films começa a filmar “The Undoing”, uma série em seis partes baseada no livro “You Should Have Known”, de Jean Hanff Korelitz. Dirigida por Susanne Bier, conta com ela no elenco, que dividirá o ecrã com Hugh Grant e Donald Sutherland. David E. Kelley, o mesmo de “Big Little Lies”, volta assinar o argumento e produção-executiva.

E por falar na série que valeu a Kidman troféus como o SAG Award, Globo de Ouro ou Emmy, o artigo socorre-se dos comentários de outra veterana, Meryl Streep, recrutada para o elenco e que confessa ter chegado a temer por Nicole na segunda temporada, dada a intensidade de algumas cenas. Streep faz de sogra de Celeste, a personagem desempenhada por Kidman, e é mais um motivo de peso para aguçar a curiosidade dos fãs.

Há ainda espaço para uma série de revelações do foro doméstico, por parte de uma Nicole que chega à entrevista “sem um pingo de maquilhagem”, vestida de forma descontraída e ainda munida de café, água e maçãs. Quando o assunto são os filhos, sejam eles Connor e Isabella, da fase Tom Cruise, ou Sunday Rose e Faith, Kidman é perentória, admitindo que as suas regras parentais podem torná-la uma mãe “impopular” (pelo menos no que toca aos mais novos, já que a dupla mais velha já saiu debaixo da asa materna há algum tempo): “Não têm telemóvel e não os deixo terem Instagram”, frisa. “Tento manter algumas fronteiras”. Quanto a Connor, vive da música, e Isabella, já casada, gere uma linha de t’shirts. As mais novas, Sunday e Faith, têm 10 e 8 anos, respetivamente, e é sobre elas que incide este controlo do acesso às redes.

De novo de volta à idade e aos desafios que o envelhecimento pode trazer, em especial na sua área, as palavras estão em sintonia com as imagens e o styling: “Já não é possível estar na prateleira como se costumava estar”, garante Nicole. “É por isso que é tão importante continuar em mudança. Vive-se mais hoje, se tivermos essa sorte. Temos que encontrar um lugar para pôr toda a nossa energia criativa”.

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