Vacinas

Região centro cumpre metas do Plano Nacional de Vacinação com percentagens de 96%

As coberturas vacinais garantem "imunidade de grupo" e contribuem para a erradicação da poliomielite e eliminação do sarampo e da rubéola, revela o boletim de avaliação regional.

Os dados foram divulgados pela Administração Regional de Saúde do Centro

Tiago Petinga/LUSA

Autor
  • Agência Lusa
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As metas do Programa Nacional de Vacinação (PNV) estão a ser cumpridas no Centro do país, com percentagens iguais ou superiores a 96%, segundo o boletim de avaliação regional, relativo a 2018, foi esta quarta-feira anunciado.

“De uma maneira geral, as coberturas vacinais na infância, nas coortes [conjunto de pessoas que têm em comum um evento que se deu no mesmo período] avaliadas, são elevadas, com percentagens iguais ou superiores a 96%”, pode ler-se nas conclusões do boletim.

Estas coberturas vacinais atingem “os níveis necessários para conferir imunidade de grupo e para cumprir os objetivos dos programas prioritários de erradicação da poliomielite e de eliminação do sarampo e da rubéola, na componente da vacinação”, frisa o boletim.

O documento divulgado pela Administração Regional de Saúde do Centro (ARSC) adverte, no entanto, para a necessidade de ter em atenção as assimetrias a nível local, havendo necessidade de investir nas unidades de saúde com menores taxas de cobertura vacinal.

O boletim destaca os valores atingidos para a vacina contra o vírus do papiloma humano em todas as coortes, dizendo que “são uma vez mais reveladores do trabalho efetuado”.

“A alteração para a idade alvo de vacinação para 10 anos obrigou a uma reformulação da avaliação da cobertura vacinal de modo a acautelar a vacinação nas outras idades, mantendo-se a necessidade de um esforço acrescido dos profissionais para a manutenção das coberturas já alcançadas”.

Os objetivos dos programas prioritários de erradicação da poliomielite e de eliminação do sarampo e da rubéola, na componente da vacinação, estão também a ser atingidos.

“Em relação à vacinação contra o sarampo, deverá ser dado um enfoque nos nascidos após 1970 e com mais de 18 anos, conforme preconiza a Norma da Campanha de Vacinação de Repescagem contra o Sarampo — Crianças e Adultos”, refere o boletim.

O documento foi divulgado a propósito da Semana Europeia da Vacinação 2019, que tem como tema central deste ano #VaccinesWork, as vacinas resultam.

“Em Portugal, país da Europa com os mais altos níveis de aceitação das vacinas, esta iniciativa visa celebrar os Heróis da Vacinação que, diariamente, contribuem para a proteção de milhares de vidas através da vacinação: profissionais de saúde, que asseguram a administração de vacinas, pais/cuidadores, que vacinam os seus filhos, políticas de vacinação, que asseguram o acesso equitativo à vacinação, investigadores e todos os que partilham informações baseadas na melhor evidência científica sobre vacinas”, refere a ARSC.

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