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Ativistas do grupo Extinction Rebellion bloqueiam entrada da bolsa de Londres

Ativistas do grupo ecologista Extinction Rebellion bloquearam a entrada do edifício da bolsa de Londres, enquanto outros se manifestavam no alto de um comboio no décimo primeiro dia de protestos.

WILL OLIVER/EPA

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  • Agência Lusa
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Ativistas do grupo ecologista Extinction Rebellion (XR) bloquearam esta quinta-feira a entrada do edifício da bolsa de Londres, enquanto outros se manifestavam no alto de um comboio no décimo primeiro dia de protestos.

Estes ativistas fazem parte do mesmo grupo internacional que também integra os manifestantes que na segunda-feira interromperam o discurso do primeiro-ministro português, António Costa, no jantar de aniversário do PS, atirando aviões de papel para criticar a construção do aeroporto no Montijo.

O movimento internacional Extinction Rebellion (XR) – Rebelião de Extinção, em português – tem vindo a aproveitar várias iniciativas de visibilidade mediática para ativismo social não-violento. Em Portugal, já realizaram dez iniciativas.

Hoje, na ‘city’, o centro financeiro da capital britânica, um grupo de 13 ativistas vestidos de fatos pretos, com as cabeças cobertas por uma espécie de máscara transparente, ‘colaram-se’ uns aos outros, a fim de impedir a passagem para dentro do prédio da bolsa.

Todos eles carregavam mensagens de protesto pelas alterações climáticas, tais como “Emergência climática”, “Conta a verdade” ou “Não podes comer o dinheiro”.

Ao mesmo tempo, outro grupo de pelo menos quatro ecologistas subiu nesta manhã até o topo de um comboio, na zona de Canary Wharf, e colocou cartazes.

Os protestos começaram no dia 15 e desde então a Polícia Metropolitana de Londres realizou mais de mil detenções de pessoas ligadas a estes protestos.

A polícia alertou para a “probabilidade de toda a City sofrer alterações” durante o dia de hoje depois de o grupo XR ter revelado que os atos se concentrariam hoje no setor financeiro “e nos impactos corrosivos que o setor financeiro tem sobre o mundo em que vivemos. ”

Os manifestantes exigem que o governo da primeira-ministra conservadora Theresa May tome medidas contra as mudanças climáticas.

Durante os últimos dias, os ativistas, a que se juntaram personalidades como atores, músicos ou académicos, bloquearam várias zonas concorridas do centro da capital, como Ponte de Waterloo, Praça do Parlamento, Oxford Circus e Mable Arch.

Entre suas exigências ao Executivo britânico está a declaração do estado de emergência climática e ecológica, a redução das emissões de CO2 a zero até 2025 e criar uma assembleia de cidadãos para lidar com as decisões que afetam o aquecimento global.

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