Renault

Traffic e Master dão salto em frente. E para cima

A Renault mostrou as mais recentes versões dos furgões comerciais Traffic e Master, e a evolução surpreende. Num segmento cada vez mais exigente, os modelos melhoram em mecânica e em estética.

Já lá vai o tempo em que os furgões comerciais se destinavam apenas ao transporte de mercadorias. As suas versões destinadas ao transporte de passageiros não só são cada vez mais representativas, como não param de evoluir. E de ganhar em sofisticação, oferecendo mais luxo, mais equipamento e, sobretudo, uma estética mais refinada e apelativa. O Vito e a Classe V da Mercedes podem ser os elementos mais representativos, mas não são os únicos, pois a Renault está a dar provas de que vai enveredar pelo mesmo caminho.

Entre os dois furgões da marca francesa, a Traffic, mais pequena, barata e ágil, é um dos mais populares modelos no mercado europeu. A mais recente versão evolui consideravelmente no capítulo do estilo, com a nova grelha, faróis e day running lights que não só lhe conferem um ar mais refinado e distinto, como lhe permitem adoptar um ar de família em linha com os restantes modelos da marca, dos desportivos aos topos de gama, como o Talismã e a Espace.

A mecânica também evolui, com a Traffic a passar a contar com o 2.0 dCi turbodiesel francês, nas versões com 120, 145 e 170 cv, todos eles com catalisadores selectivos SCR e injecção de AdBlue. Como se não bastasse o incremento de potência, no que toca ao refinamento é de realçar que a Traffic passa a contar com a caixa automática de dupla embraiagem como alternativa à tradicional caixa manual de seis velocidades, o que vai fazer maravilhas aos que pretendam usar este veículo como monovolume para o transporte da família ou de clientes.

A Master é muito mais do que uma versão maior e mais alta da Traffic. Usufrui das mesmas vantagens estéticas da Traffic, bem como das recentes melhorias em termos de entretenimento e ajudas à condução, nomeadamente travagem automática de emergência, sensor de ângulo morto, assistente de marcha-atrás e um sempre útil (num veículo tão alto) sistema que ajuda a combater o vento lateral.

O motor de serviço é o 2.3 turbodiesel dCi, já de acordo com a norma Euro 6d-Temp, com 180 cv, cuja potência passa para o solo através de uma caixa manual (ou robotizada) de seis velocidades. A Master continua igualmente a estar disponível na versão ZE, 100% eléctrica, em que uma pequena bateria de 33 kWh alimenta um motor de 57 kW (cerca de 78 cv), o que lhe permite percorrer 120 km entre recargas.

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