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BMW X7 ou Mercedes GLS: qual o melhor super SUV?

BMW e Mercedes apresentaram os seus novos super SUV. Ambos com mais de 5 metros de comprimento, espaço de sobra e assentos para sete, mas quais as principais diferenças?

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  • Observador

A moda dos SUV king size pode ter começado com o Mercedes GL (em 2006), hoje GLS, e o Audi Q7 (2009), mas a BMW apostou em juntar-se à batalha e conta com argumentos de peso. O novo X7, de que a BMW falava há muito, surgiu finalmente no mercado, com 5,15 metros de comprimento, o que o coloca em concorrência directa com o mais recente GLS, 6 cm mais comprido.

Em termos de estilo, ambas as propostas são imponentes e fiéis à imagem dos dois construtores e se a Mercedes exibe provavelmente a maior grelha dos modelos da marca, a BMW dotou o maior dos seus veículos com capacidade para o todo-o-terreno com a maior grelha duplo rim de sempre. Contudo, os seus faróis mais rasgados fazem-no parecer mais baixo e largo, o que faz sentido face às características mais desportivas da BMW, bem como ao aspecto mais robusto da marca de Estugarda.

Vistos de lado, o comprimento de ambos é no mínimo imponente e só não parecem maiores porque a generosa distância entre eixos – de 3,10 m para o X7 e 3,14 m para o GLS – a ajuda a disfarçar. Além do espaço para as duas primeiras filas de bancos, as tradicionais, ambos os fabricantes prometem bom acesso e mais espaço para os dois lugares da terceira fila, o que confirmaremos quando ambos os veículos chegarem ao mercado nacional.

Vistos de trás, a estratégia dos dois fabricantes continua coerente, com o BMW a ser (e a parecer) mais baixo e largo, com os elementos horizontais, a começar pelos farolins, a dar um contributo determinante. Lá dentro a bagageira é de 326 litros com os sete assentos em uso e de 2.120 litros com as duas filas posteriores rebatidas, para maximizar o espaço para carga.

Em termos mecânicos, de início, o X7 propõe as versões xDrive 30d, com o seis cilindros em linha turbodiesel, com 3 litros e 265 cv, para depois a versão a gasolina (xDrive 40i) adoptar um seis cilindros em linha 3.0, com 340 cv. Os condutores mais exigentes podem optar pelo M50, que recorre ao mesmo motor, mas extrai mais 60 cv, atingindo pois os 400 cv e um binário de 760 Nm. A Mercedes, pelo seu lado, vai de início oferecer no GLS uma gama composta pelo 350d, com 286 cv e 400d, com 330 cv, ambos com motores de seis cilindros em linha, tal como propõe a BMW.

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