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Um dos autores da proposta das passadeira arco-íris desfilia-se do CDS

Este artigo tem mais de 3 anos

Vitor Teles, um dos autores da proposta da instalação de passadeiras arco-íris em Arroios, em Lisboa, irá manter-se porém na qualidade de independente, como membro da Assembleia daquela freguesia.

A proposta, aprovada pela Junta, foi apresentada por dois representantes do CDS-PP na Assembleia de Freguesia de Arroios
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A proposta, aprovada pela Junta, foi apresentada por dois representantes do CDS-PP na Assembleia de Freguesia de Arroios

PETE MACLAINE/EPA

A proposta, aprovada pela Junta, foi apresentada por dois representantes do CDS-PP na Assembleia de Freguesia de Arroios

PETE MACLAINE/EPA

Um dos autores da proposta da instalação de passadeiras arco-íris, na freguesia de Arroios, em Lisboa, desfiliou-se do partido. Vitor Teles, membro do CDS-PP na Assembleia de Freguesia de Arroios, revelou, através de uma publicação no Facebook, que apresentou esta quinta-feira o pedido de desfiliação do partido.

Aceito com humildade e de bem com a minha consciência o demarcar do partido, que acreditei ser pluralista, e por isso apresentei na presente data ao Presidente da Concelhia de Lisboa o meu pedido de desfiliação do CDS e renuncia ao cargo de vogal do Conselho de Jurisdição da Distrital de Lisboa com efeitos imediatos”, lê-se na publicação.

Vitor Teles adiantou que irá manter-se “na qualidade de independente, como membro da Assembleia de Freguesia de Arroios”, por “dever de cidadania para com todos os fregueses” que votaram dele e onde, diz, continuará a bater-se “pelos valores da democracia cristã” em que acredita.

A proposta, aprovada pela Junta, foi apresentada por dois representantes do CDS-PP na Assembleia de Freguesia de Arroios para assinalar o Dia Internacional de Luta contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia. Vitor Teles explicou que a ideia surgiu quando, no final de fevereiro passado, foi aprovado pela Câmara Municipal de Lisboa a criação, em Arroios,  das “Casa da Diversidade” e “Centro de Acolhimento LGBTI” — iniciativas que descreve como “pioneiras” e que foram aprovadas “com os votos favoráveis dos vereadores do CDS”.

Proposta para passadeiras arco-íris em Lisboa para homenagear comunidade LGBTI divide CDS

A proposta suscitou alguma polémica — o que, na sua opinião, é sinónimo da “urgente necessidade de se abordarem sem hipocrisias os temas da inclusão social e do respeito da dignidade da pessoa”. A iniciativa, porém, não vai avançar por ser ilegal, já que as sinalizações rodoviárias têm de estar pintadas de branco, por lei.

Sempre defendi o Humanismo personalista porque é ele, mais do que qualquer outra ideologia, o melhor caminho através do qual se procura combater a opressão do homem pelo homem. Entendo que o homem é oprimido quando lhe é vedada a liberdade interior”, lê-se ainda na publicação.

Esta quinta-feira, numa nota enviada aos militantes, assinada por Assunção Cristas e por Diogo Moura, presidente da concelhia do CDS Lisboa, o partido defendeu que existem “formas mais adequadas de ação” na “defesa da não discriminação de qualquer pessoa”— “que como humanistas perfilhamos”. O CDS esclarece ainda que “não se revê neste tipo de iniciativas” e deixa a garantia de que “situações destas não tornem a ocorrer”, “lamentando o sucedido”.

Cristas desconhecia proposta de passadeiras arco-íris e “não se revê neste tipo de iniciativas”

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