Trata-de de um conjunto de contrapartidas associadas à permanência da grande cimeira da tecnologia na capital portuguesa, com a manutenção da Web Summit na agenda política à cabeça desta lista. Segundo o acordo a que o jornal Público teve acesso, para que o evento continue em Lisboa até 2028 o Governo e a câmara devem “Assegurar a participação do primeiro-ministro de Portugal e de outras figuras públicas relevantes na Web Summit”, avança o diário, citando que “as partes portuguesas envidarão os seus melhores esforços” para que tal envolvimento se efetive.

A avaliar pelas últimas edições, se os futuros governantes seguirem as pisadas de António Costa e Fernando Medina, presenças assíduas no certame, não deverá ser difícil garantir este cenário.

Mas há mais aspetos a considerar neste acordo que deixa de fora o nome do presidente da República. Outro compromisso assumido pelos responsáveis portugueses é o de organizar “nove receções de aproximadamente 200 pessoas cada uma, assim como 18 receções mais leves para 300 pessoas cada uma, durante o período do evento”. Estão ainda assegurados “descontos nos meios de transporte da cidade durante todos os dias do evento para todos os participantes”.