Museus

Reino Unido. O museu que conta a história da ciência e astronomia voltou a abrir portas dez meses depois

O Whipple Museum of the History of Science guarda um microscópio de Charles Darwin e um livro de Isaac Newton. Os milhares de objetos da coleção contam-nos a história dos céus e da Terra.

Fundado em 1944, o museu fica no antigo Laboratório de Física e Química em Free School Lane, junto à Universidade de Cambridge

WHIPPLE MUSEUM

O Museu da História da Ciência Whipple, museu que acolhe a história da ciência e astronomia através de uma coleção de mais de 10.000 antigos aparelhos e objetos, voltou a abrir ao público após uma renovação que durou dez meses, avança a BBC.

“A coleção privilegia as grandes investigações de máxima importância para a ciência e os feitos de fantásticos cientistas”, diz Claire Wallace, curadora do museu que descreve como “um local mágico”.

Localizado junto à Universidade de Cambridge, no Reino Unido, o museu tem na sua coleção um microscópio utilizado por Charles Darwin e um “raro e incomum” modelo do sistema solar que data de 1750. Por na altura ainda serem desconhecidos os planetas Urano, Neptuno e Plutão, o modelo de George Adams apenas apresenta seis planetas.

O “grand orrery”, modelo antigo do sistema solar, é uma das principais atrações do espaço

Constam ainda da vasta coleção instrumentos de astronomia, navegação e de matemática, mapas, instrumentos acústicos, retratos, globos e telescópios datados do período entre os séculos XVII e XIX. Entre os livros, destacam-se Principia Mathematica, de Isaac Newton, e Horologium Oscillatorium, de Christiaan Huygens. O espólio científico é hoje estudado pela universidade.

O Whipple Museum of the History of Science foi fundado em 1944 e toma o nome de Robert Stewart Whipple, fundador do Instituto de Física e que doou a sua coleção à Universidade de Cambridge. O edifício tinha encerrado em julho de 2018 e o museu detalha no seu site oficial que as obras envolveram a reparação do telhado, a colocação de um novo piso, a adição de novas janelas à galeria principal e a melhoria da iluminação.

O espaço alberga a evolução da história da ciência e astronomia

A curadora explica ainda que, de modo a realizar as obras, foi preciso movimentar os objetos, algo de difícil concretização: “Mudar de lugar todos os instrumentos foi como montar um enorme puzzle 3D que levou meses a completar”, apontou.

“A galeria principal é um local espetacular e é fantástico voltar a partilhá-la com o público”, conclui Wallace.

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