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Desastres Naturais

Moçambique. Nuno Gomes visita Beira em missão da FIFA Foundation

O ex-futebolistas vai participar numa série de eventos solidários numa das zonas mais afetadas pelo ciclone Idai. A visita da FIFA Foundation segue depois para o Malawi e Zimbabué.

Moçambique foi atingido sucessivamente pelos ciclones Idai e Kenneth que causaram quase 700 mortos no total

JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

O ex-futebolista internacional português Nuno Gomes parte este domingo para a cidade da Beira, em Moçambique, em missão da FIFA Foundation, com vista a ajudar nas áreas afetadas pela passagem do ciclone Idai. O antigo futebolista integra o programa FIFA Legends, através do qual jogadores já retirados da atividade são convidados a participar em eventos e iniciativas promovidas pelo organismo máximo do futebol mundial.

Nuno Gomes permanecerá em Moçambique na segunda e terça-feira, dias em que decorrerão inúmeras atividades futebolísticas organizadas para as crianças da Beira, e irá participar numa cerimónia de doação de material desportivo por parte da fundação da FIFA.

“Estou feliz e orgulhoso por acompanhar a missão da FIFA Foundation e oferecer um pouco de ajuda a Moçambique, após um momento tão dramático que viveram. É nestas horas, mais do que nunca, que o futebol deve ser mais do que um jogo. Se existe uma boa razão para fazer valer a popularidade do deste desporto, é esta: ajudar quem necessita”, escreveu Nuno Gomes nas redes sociais, antes de partir para aquele país africano.

A FIFA Foundation, que criada em 2018, e é uma entidade independente que visa utilizar a força do futebol para promover o desenvolvimento social. Ao longo da semana, após a visita à Beira, a instituição seguirá a sua viagem por África, com paragens previstas em outros dois países afetados pelo ciclone Idai: Malawi e Zimbabué.

Moçambique foi atingido pela primeira vez por dois ciclones muito intensos na mesma época chuvosa (de novembro a abril). O ciclone Idai atingiu o cento de Moçambique em março, provocou 603 mortos e afetou cerca de 1,5 milhões de pessoas, enquanto o ciclone Kenneth, que se abateu sobre o norte do país em abril, matou 45 pessoas e afetou 250.000 pessoas.

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