“O pior foram as pancadas e estar encarcerado quase uma hora.” É dessa forma como o ex-primeiro-ministro e líder do Aliança recordou ao Sol o acidente de carro vivido por ele próprio e pelo cabeça-de-lista do partido às eleições para o Parlamento Europeu, Paulo de Almeida Sande. O carro em que ambos seguiam, e que Pedro Santana Lopes conduzia, despistou-se na A1, entre Pombal e Leiria, onde capotou várias vezes.

“É um milagre estarmos os dois vivos”, acrescentou jornal o político que, neste momento, está a recuperar de uma contusão pulmonar. O líder do Aliança acabou por ser transportado de helicóptero para o hospital de Coimbra, onde passou uma noite.

Várias horas depois do acidente, Paulo de Almeida Sande, que chegou a ser observado no hospital mas que teve alta no próprio dia, admitiu que na causa do acidente pode ter estado fadiga.

“Hoje levantámo-nos às cinco da manhã nos Açores, e depois o dia inteiro de grande pressão que temos, sobretudo na sequência de muitos dias em que isto está a ser feito, este tipo de vida, este ritmo, esta pressão, acaba por gastar as pessoas, e é normal que tenha havido, é possível, mas não sei”, salientou.