O secretário-geral da Fretilin, principal partido da oposição timorense, considerou esta segunda-feira que depois de 17 anos de independência, a luta pela soberania e pelo desenvolvimento sustentável de Timor-Leste ainda não terminou.

Em comunicado por ocasião do aniversário da restauração da independência, Mari Alkatiri recordou que esta segunda-feira se cumprem 45 anos da fundação da ASDT, partido que se transformaria em setembro de 1975 na Frente Revolucionária do Timor-Leste Independente (Fretilin).

“Celebramos conscientes de que a luta pela soberania continua, a luta pelo desenvolvimento sustentável ainda não terminou e a Fretilin mantém-se e se manterá sempre firme, defendendo o interesse nacional e o povo maubere”, referiu, no texto que assina.

Segundo Alkatiri, a Fretilin “reflete a força do povo maubere para transformar o sonho de libertação nacional em realidade”, concretizada depois de uma luta contra a ocupação indonésia.

“São 45 anos de diferentes fases, de diferentes obstáculos, de imensos sucessos, de muita aprendizagem e de contínua luta pela soberania, pelo progresso, pelo desenvolvimento equitativo da nossa amada pátria”, refere-se no comunicado.

O líder político considerou que a independência restaurada a 20 de maio de 2002 “só foi possível pela luta iniciada e travada pela Fretilin e por todo o povo maubere”.