Turismo

Receitas do turismo crescem 5% entre janeiro e março após recorde de 2018

Ana Mendes Godinho realçou que o crescimento entre janeiro e março deste ano não incluiu o período da Páscoa, que este ano foi em abril. "Mesmo assim, conseguimos crescer 5% da receita", disse.

MÁRIO CRUZ/LUSA

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  • Agência Lusa
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As receitas turísticas tiveram um crescimento de 5% entre janeiro e março deste ano, após o recorde que o país já tinha atingido em 2018, lembrou esta terça-feira a secretária de Estado do Turismo. “Tivemos um crescimento sobre o recorde que tínhamos tido em 2018, as receitas [turísticas] cresceram 5% de janeiro a março”, afirmou Ana Mendes Godinho, citando dados divulgados hoje pelo Banco de Portugal.

O Banco de Portugal divulgou que as receitas turísticas atingiram os 2.732 milhões de euros, um crescimento de 5,3%face aos primeiros três meses do ano passado. A governante falava durante a 6.ª edição do Fórum de Turismo Interno “Vê Portugal”, que decorre em castelo branco até quarta-feira.

Ana Mendes Godinho realçou ainda que o crescimento verificado entre janeiro e março deste ano, não incluiu o período da Páscoa que este ano foi em abril. “Mesmo assim, conseguimos crescer 5% da receita, muito alavancado por mercados que viajam ao longo de todo o ano, como é o caso do mercado dos Estados Unidos da América”, explicou.

A secretária de Estado sublinhou, no entanto, que os portugueses constituem o principal mercado, recordando que em 2018 totalizaram 9,8 milhões de hóspedes no alojamento turístico. “Isto representa um crescimento de 35% face a 2015. Em números absolutos, tivemos mais 2,6 milhões de hóspedes portugueses a descobrirem Portugal” sustentou. Apesar dos dados animadores, Ana Mendes Godinho disse que “há muito feito e há muito para fazer” e realçou a grande dinâmica que se verifica no setor.

“O grande desafio é continuar esta grande dinâmica, equilibrar a procura no território e desconcentrar para evitar a sobrecarga”, frisou. Para a governante, o turismo é “uma grande arma para abrir o mapa de Portugal” e para ser um instrumento de coesão territorial do país. E, como prova disso, deu mais um exemplo: “Entre 2015 e 2017, as dormidas no dito interior de Portugal cresceram 1,4 milhões”.

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