Chefs

Euskalduna Studio. Restaurante portuense entre os 100 melhores da Europa da listagem da OAD

O chef Vasco Coelho Santos é o grande destacado português mas na lista também entram José Avillez, João Rodrigues e Pedro Lemos. O top é votado por 6 mil foodies e conta com 200 mil avaliações.

Vasco Coelho Santos é o chef do Euskalduna Studio, o espaço português mais bem classificado na listagem

© Pedro Granadeiro / Global Imagens

O Euskalduna Studio, no Porto, está no top 100 dos melhores restaurantes da Europa para a organização Opinionated About Dining (OAD). O espaço do chef Vasco Coelho Santos foi o português mais bem classificado na listagem criada pelo norte-americano Steve Plotnicki e que consiste numa avaliação anónima feita por foodies de todo o mundo (que quanto mais sítios visitarem mais peso tem os seus votos) e que, afirma o próprio, é “a única avaliação de jantares que inclui a experiência global no seu sistema de classificação”.

Como já vem sendo hábito, o top 100 dos melhores restaurantes na Europa da OAD é divulgado num evento gastronómico, quase sempre um jantar, onde alguns dos chefs que participam na listagem são convidados a cozinhar. Este último realizou-se na passada segunda-feira, em San Sebastián (País Basco, Espanha), e contou com pratos de 11 cozinheiros, entre eles, por exemplo, o já consagrado (e português) Nuno Mendes, que em breve abrirá um mega-projeto em Lisboa associado ao Bairro Alto Hotel.

O Euskalduna foi o melhor classificado português, ocupando a 86º posição (em 2018 estava em 153º), mas há mais portugueses na enumeração total que foi divulgada e que vai até ao número 200. O Belcanto, de José Avillez, ocupa a 129ª posição; a ele segue-se João Rodrigues, do Feitoria, no número 146º; e Pedro Lemos, do espaço homónimo, que está em 175º lugar. O Alma de Henrique Sá Pessoa e o Epur de Vincent Farges, ambos em Lisboa, mereceram uma menção honrosa.

No total, os cerca de seis mil “críticos” que fizeram um total de “200 mil avaliações” — o Observador já teve oportunidade de falar com Steve Plotnicki e o próprio explicou como tudo funciona no OAD — escolheram o restaurante de Björn Frantzén, chamado Frantzén, em Estocolmo, como número um da listagem.

A OAD costuma divulgar também outras listagens mais temáticas que destacam, por exemplo, os melhores restaurantes casuais, clássicos e históricos. Na primeira destas listas encontram-se os nomes d’A Taberna Da Rua das Flores (Lisboa), do chef André Magalhães (101ª posição), Mini Bar, de José Avillez (193ª posição) e A Cevicheria, de Kiko Martins (195ª posição). No top 100 dos “clássicos” encontra-se logo na 46ª posição o Vila Joya (Albufeira), de Dieter Koschina, o Ocean (Porches), de Hans Neuner, em 98º e o Eleven (Lisboa), de Joachim Koerper. O Yeatman de Ricardo Costa (V. N. de Gaia) e a Casa da Calçada de Tiago Bonito (Amarante) ficaram nas posições 109 e 163, respetivamente, sendo que a Fortaleza do Guincho, o Tágide e o Vista mereceram menções honrosas.

Finalmente, no top dos 100 melhores restaurantes históricos da Europa Portugal é representado por três vezes: primeiro pela Cervejaria Ramiro (Lisboa), que está em 70º lugar; depois pelo Mar do Inferno (Cascais), que está em 158º, e o Solar dos Presuntos (Lisboa), na 186ª posição.

As listas completas da OAD podem ser encontradas aqui.

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