Alterações Climáticas

Região de Coimbra está a criar cartografia de risco face às alterações climáticas

O presidente da CIM da Região de Coimbra, José Carlos Alexandrino, diz que estão já a ser executadas algumas medidas prioritárias para a adaptação do território às alterações climáticas.

( Fernando Fontes / Global Imagens )

A Comunidade Intermunicipal (CIM) da Região de Coimbra está a elaborar uma cartografia de risco para o território, face às alterações climáticas, anunciou esta sexta-feira o presidente desta estrutura.

O presidente da CIM da Região de Coimbra, José Carlos Alexandrino, afirmou este domingo que estão já a ser executadas algumas medidas prioritárias para a adaptação do território às alterações climáticas, sendo uma delas a elaboração de uma cartografia de risco.

Entre as medidas em execução estão também ações de sensibilização junto da comunidade escolar, a definição de espaços públicos com conforto térmico, a promoção da floresta autóctone, a promoção da eficiência energética e a criação de percursos pedestres e vias cicláveis, disse o autarca durante a sessão de abertura do 2.º Congresso “Adaptação às Alterações Climáticas da Região de Coimbra”, que contou com a presença do ministro do Ambiente e Transição Energética, José Pedro Matos Fernandes.

José Carlos Alexandrino, também presidente da Câmara de Oliveira do Hospital, recordou os recentes acontecimentos que afetaram a região, nomeadamente os grandes incêndios de 2017 e a tempestade Leslie em 2018. Esses eventos, frisou, acordaram a região “para uma realidade extremamente dura” e a CIM tem “caminhado com algumas propostas concretas que deixam de estar apenas no papel”.

O autarca frisou ainda a necessidade de mudança de mentalidades em muitas áreas, nomeadamente na separação do lixo. “Precisamos de criar uma nova mentalidade nas nossas populações para fazer essa separação”, defendeu.

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