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Solidariedade

Recolha do Banco Alimentar decorre este fim-de-semana. O lema é “rede social”

Organização leva a cabo mais uma campanha de recolha de alimentos, com a ajuda de 40 mil voluntários. Em vez dos alimentos, portugueses podem recorrer a vales.

Campanha do Banco Alimentar tem 2.400 instituições parceiras

JOSÉ SENA GOULÃO/LUSA

Autor
  • Agência Lusa

Os Bancos Alimentares contra a Fome realizam este fim-de-semana mais uma Campanha de Recolha de Alimentos com o objetivo de levar comida a quem mais precisa.

A campanha reúne 40 mil voluntários, 2.400 instituições parceiras e 21 Bancos Alimentares. Com esta iniciativa a organização explica que pretende dar um contributo para inverter o cenário de carência alimentar que continua a afetar muitas famílias.

Os Bancos Alimentares contra a Fome apoiam mais de 400 mil portugueses e com a campanha os portugueses são convidados a contribuir, seja através da doação de bens alimentares ou de vales, disponíveis nos supermercados e hipermercados e ainda online, ou nos postos de abastecimento a nível nacional.

Este ano a campanha volta a apelar para a solidariedade, voluntariado e união social, reforçando a importância do contributo e envolvimento de cada um.

Mais de 40.000 voluntários oferecem o seu tempo e esforço, e muitas empresas e entidades associam-se à iniciativa disponibilizando equipamentos e serviços — transportes, publicidade, comunicação, seguros, segurança, alimentação, entre outros. “Só assim é possível que, durante o fim de semana sejam recolhidos alimentos em mais de 2.000 lojas e toda a sociedade seja interpelada por uma situação inaceitável e que afeta tantos portugueses”, explica a organização em comunicado.

Segundo a presidente da Federação Portuguesa de Bancos Alimentares contra a Fome, o mote desta campanha será “É preciso mais para que falte ainda menos”, e fará apelo à natureza intrínseca do conceito de “rede social”.

Este ano a campanha voltará ainda a disponibilizar vales que poderão ser solicitados nas caixas dos supermercados e nos postos de abastecimento de combustível aderentes. Cada vale tem um código de barras específico associado aos produtos que cada pessoa queira doar ao Banco Alimentar.

O Banco Alimentar iniciou a sua atividade em 1991, em Lisboa, tendo o modelo sido replicado por grupos de voluntários em 21 zonas de Portugal: Abrantes, Algarve, Aveiro, Beja, Braga, Castelo Branco, Coimbra, Cova da Beira, Évora, Leiria-Fátima, Lisboa, Madeira, Oeste, Portalegre, Porto, S. Miguel, Santarém, Setúbal, Terceira, Viana do Castelo e Viseu.

A Federação Portuguesa representa os 21 Bancos Alimentares a nível nacional e internacional.

O apoio alimentar é distribuído a pessoas com carências comprovadas em parceria com instituições de solidariedade, sob a forma de cabazes de produtos ou de refeições confecionadas.

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