Rádio Observador

Arqueologia

Direção-Geral do Património Cultural deverá contratar uma dezena de arqueólogos

Os trabalhadores de Arqueologia da DGPC reivindicam melhores condições de trabalho e reforço dos recursos humanos da instituição. A ministra da Cultura refere a contratação de 10 a 11 arqueólogos.

Os arqueólogos fizeram greve em abril para demonstrar o seu descontentamento com as atuais condições de trabalho

LUÍS FORRA/LUSA

Autor
  • Agência Lusa

A Direção-Geral do Património Cultural (DGPC) poderá contratar cerca de uma dezena de arqueólogos, para responder a uma das reivindicações do setor, afirmou esta terça-feira a ministra da Cultura, Graça Fonseca.

Há uma enorme diferença entre o que é reivindicado, do número de postos de trabalho, pelos trabalhadores, e aquilo que é possível acomodar nos lugares disponíveis no quadro de pessoal da DGPC. Tínhamos de encontrar um meio caminho entre o tudo ou nada”, explicou Graça Fonseca, numa audição parlamentar.

A ministra foi questionada pelo Bloco Esquerda e pelo PCP, sobre as reivindicações dos trabalhadores de Arqueologia da DGPC, que em abril fizeram greve, para reivindicar melhores condições de trabalho e reforço dos recursos humanos da instituição.

Segundo o Sindicato dos Trabalhadores de Arqueologia (STARQ), no processo negocial, “a DGPC propôs a criação de apenas quatro novos postos de trabalho para a Arqueologia, até ao final” deste ano, quando “urge criar e preencher” 49 lugares.

Esta terça-feira, Graça Fonseca sublinhou que não é possível responder a esta reivindicação, mas que estava “a ser trabalhado com o sindicato” um reforço de 10 a 11 arqueólogos, naquela direção-geral. “Não podemos ocupar todos os lugares de técnicos superiores para a Arqueologia. A questão dos recursos humanos é transversal a várias áreas da Cultura e ao Estado. Tem de ser um trabalho em conjunto, olhando para as necessidades globais”, disse.

Ainda sobre a área da Arqueologia, a ministra da Cultura garantiu que o Centro Nacional de Arqueologia Náutica e Subaquática (CNANS) reabrirá até ao final de junho nas novas instalações em Xabregas, Lisboa.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt
Património Cultural

Arquitectados para a arqueologia

Rui Lino Ramalho
162

Esta triste história com final feliz esconde mais do que o ainda escondido Cromeleque dos Almendres: esconde também alguns sintomas alarmantes da nossa cultura, cada vez mais digitalizada e impessoal.

Ambiente

Feiticeiros ou profetas: conservar ou modernizar?

Tomas Roquette Tenreiro

É o confronto de duas perspectivas - a optimista e a pessimista - sobre como salvar o nosso planeta. A visão de feiticeiros e profetas através da história de dois deles, Norman Borlaug e William Vogt.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)