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Vendas mundiais de telemóveis caem no 1.º trimestre mas Huawei cresce 44,5%

A Samsung vendeu menos 7 milhões telemóveis e perdeu mais de 1 ponto de quota de mercado, enquanto a Huawei vendeu mais 18 milhões e ganhou mais de 5 pontos. Resultados são anteriores a veto de Trump.

Enquanto o avanço da Huawei foi o maior dos grandes fabricantes, a norte-americana Apple também perdeu quota de mercado a nível mundial

Andreu Dalmau/EPA

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  • Agência Lusa

As vendas de telemóveis em todo o mundo atingiram 373 milhões de unidades no primeiro trimestre, menos 2,7% em termos homólogos, lideradas pela coreana Samsung, seguida da chinesa Huawei, cujas vendas aumentaram 44,5%, foi anunciado esta quarta-feira.

Segundo dados da consultora norte-americana Gartner, citados pela Efe, dos mais de 4,14 milhões de telemóveis vendidos diariamente em todo o mundo, nos primeiros três meses do ano 71,62 milhões eram Samsung, líder mundial que, contudo, viu a chinesa Huawei aproximar-se com um aumento das vendas de 44,5% para um total de 58,3 milhões de unidades.

Face ao primeiro trimestre de 2018, a coreana Samsung vendeu menos sete milhões telemóveis e perdeu mais de um ponto de quota de mercado, para 19,2%, enquanto a chinesa Huawei vendeu mais 18 milhões de unidades e ganhou mais de cinco pontos de quota de mercado, para 15,7%, cortando significativamente a distância que tinha face à maior rival, referem os dados da Gartner.

Depois da Samsung e da Huawei, as empresas que mais venderam no primeiro trimestre foram por ordem decrescente a norte-americana Apple, com 44,56 milhões de unidades, a Oppo, com 29,61 milhões, e a Vivo, com 27,36 milhões, que assim destronou a Xiaomi.

Enquanto o avanço da Huawei foi o maior dos grandes fabricantes, a norte-americana Apple também perdeu quota de mercado a nível mundial, de 14,1% para 11,9%, depois das vendas terem recuado 17,6%, e as asiáticas Oppo e Vivo ganharam, ao obterem quotas de mercado de 7,9% e 7,3% respetivamente.

Estes resultados são anteriores ao veto do Presidente norte-americano, Donald Trump, contra a chinesa Huawei anunciado em meados de maio e que pode vir a interromper o acelerado crescimento da empresa chinesa e inclusivamente frustrar as aspirações desta de liderar o mercado em 2020.

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