A adaptação do clássico da Disney chega aos cinemas portugueses a 18 de julho, mas no último domingo, a família Knowles antecipou o filme numa passadeira vermelha recheada de extravagância. A Wearable Art Gala [gala da arte vestível], evento organizado pela mãe de Beyoncé, Tina Knowles-Lawson, fixou “O Rei Leão” como mote da festa e parece que ninguém levou o tema tão a sério como a própria cantora.

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Com uma criação do designer Georges Hobeika — o mesmo que vestiu Sara Sampaio numa das suas aparições em Cannes — Beyoncé cobriu-se de diferentes tonalidades de dourado. Sobre um macacão justo, coberto de lantejoulas, a peça vê nascer a face de um leão. A juba, composta por plumas douradas, deu ênfase aos ombros da cantora. O toque final foi dado por uma capa com metros e metros de tecido. Impactante, contudo, o mundo dificilmente engoliria este exagero literal se não se tratasse de Beyoncé.

“A arte vestível tem de ser algo extraordinário. Não pode ser só um vestido com um colarzinho. Têm mesmo de chegar com tudo. Se pensarem no Met Ball, algumas pessoas já chamaram a este evento MET West”, afirmou Tina Knowles-Lawson, a anfitriã da noite, ao Los Angeles Times. Esta foi a terceira edição da gala, que continua a ter um intuito solidário. Em Santa Monica, esteve também Blue Ivy, a filha de 7 anos de Beyoncé e Jay-Z, que calçou saltos altos e usou um vestido amarelo com acessórios étnicos. Na mesma noite, mãe e filha partilharam um vídeo nas redes sociais em que cantavam o tema do filme “Ciclo sem Fim”.

Beyoncé é uma das vozes da versão original do filme, mais precisamente da personagem Nala. Jay-Z também esteve na gala, ele que acaba de ser oficialmente declarado como bilionário, segundo a revista Forbes. O artista torna-se assim o primeiro a atingir uma fortuna de mil milhões de dólares na área do hip hop.