Canadá

Há 40 anos que se tentava abrir este cofre. Um turista conseguiu-o graças a um palpite

183

Ninguém sabia abrir o cofre que pertencia a um hotel fechado há 40 anos. Mas um turista descobriu o código à primeira tentativa graças a um palpite. O que havia lá dentro? Nada do que se esperava.

Uma fotografia do cofre aberto foi publicado nas redes sociais do museu

Vermilion Heritage Museum (Facebook)

Estávamos nos finais dos anos setenta quando o Hotel Brunswick, na província canadiana de Alberta, fechou portas. O cofre que pertencia ao hotel também foi fechado e abandonado, mas acabou na cave do museu da cidade, o pequeno Vermilion Heritage. Há quarenta anos que alguém tenta descobrir o código do cofre na esperança de perceber porque é que os proprietários do hotel tinham feito questão de o deixar encerrado. Até ferreiros foram chamados para destruir o cofre, mas ninguém tinha sido capaz de levar a missão a bom porto. Até agora.

Um turista que passeava com a mulher, os dois filhos pequenos e o sogro pela pequena cidade de Vermilion, no Canadá, descobriu finalmente o código do cofre. “Olhei para o mostrador e vi que os números iam de um a 60. Então pensei na sequência 20-40-60. Fiz uma combinação particular que é três à direita, dois à esquerda e um à direita, experimentei e abriu”, conta o homem à CNN. Depois pensou: “Esta noite vou apostar na lotaria”.

Stephen Mills, natural de Fort McMurray, uma cidade que também fica em Alberta, visitou o museu num dia em que estava fechado ao público. Como tinha ido acampar com a família para aquela cidade, pediu ajuda a um funcionário do museu, que se disponibilizou a abrir as portas da instituição e a fazer uma visita guiada. Tal como todos os outros turistas, também Stephen Mills pode tocar no cofre e tentar decifrar o código que o abre. Em 40 anos, nenhum outro turista tinha conseguido abrir o cofre.

Até àquele momento, o cofre era uma “cápsula do tempo” para os funcionários do museu. No entanto, o conteúdo provou-se menos interessante do que era esperado: “Infelizmente, não havia o que pensávamos estar lá dentro. Alguns papéis, cheques antigos, um bloco de notas dos empregados e um recibo do hotel. Mais nada”, recorda Stephen Mills. Tudo documentos assinalados com datas entre 1977 e 1978.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: mlferreira@observador.pt

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)