Depois da nova geração do Clio, que a Renault está a apresentar à imprensa mundial em Portugal, será a vez de ser introduzido no mercado o novo Captur, o pequeno SUV com o qual a marca francesa lidera o segmento na Europa desde o momento que o lançou. Se todos se questionavam sobre o aspecto do renovado modelo, a resposta surgiu em forma de fuga através da Internet. A qualidade pode não ser a melhor, mas serve perfeitamente para ver todos os segredos estilísticos do SUV, à excepção da traseira.

A assinatura luminosa desaparece da zona inferior dos pára-choques e muda-se para os faróis, que adoptam uma solução similar à revelada pela geração mais recente do Clio, mantendo a forma em “C”. A grelha mantém as formas gerais, mas há grandes alterações no resto do pára-choques e no capot do motor, que aparece com mais nervuras.

Na lateral a maior novidade aparece no pilar C, o mais recuado. Continua muito fino, o que é bom para a visibilidade traseira, especialmente em ¾, mas o elemento cromado que sublinha a linha inferior das janelas prolonga-se para trás. Além de um novo elemento estilístico, que passa a caracterizar o Captur – sendo muito similar ao utilizado pelo Seat Arona –, a nova peça cromada serve igualmente de separador nas versões (a maioria) que oferecem o tejadilho numa cor diferente da carroçaria, com a junção a ficar sob o novo elemento. Isto melhora o acabamento e acelera a produção.

O novo Captur, que herda a mesma plataforma do Clio, recorrerá igualmente às mesmas mecânicas, tanto a gasolina como a gasóleo. Contudo, a estratégia para o pequeno SUV, no que respeita a versões electrificadas (híbridos e híbridos plug-in, ou seja PHEV) não será similar ao Clio, mas sim ao Mégane. Quer isto dizer que não irá existir uma versão híbrida, pelo menos de início, mas sim um Captur PHEV. À semelhança do que acontece com o Clio, também o Captur será mais diferente da geração anterior por dentro do que por fora.