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Função Pública

Função Pública quer parlamento a discutir nova tabela salarial nesta legislatura

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A líder da Frente Comum apelou à sua discussão da petição no plenário "ainda durante esta legislatura". Em causa está a reformulação da tabela remuneratória única e a valorização dos salários.

"Neste momento há um descontentamento muito grande, a somar-se ao não aumento de salários que acontece há dez anos", sublinhou Ana Avoila

RODRIGO ANTUNES/LUSA

A Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública entregou esta terça-feira uma petição na Assembleia da República com mais de 26 mil assinaturas a exigir a reformulação da tabela remuneratória única e a valorização dos salários.

Numa conferência de imprensa frente à escadaria da Assembleia da República, em Lisboa, com a presença de dezenas de delegados e dirigentes sindicais, a líder da Frente Comum, Ana Avoila, disse que a petição recolheu “mais de 26 mil assinaturas” e apelou à sua discussão no plenário “ainda durante esta legislatura”.

Em causa está o diploma que institui como remuneração base na administração pública 635,07 euros, mas que “implica a subtração dos pontos detidos pelos trabalhadores, sendo-lhes vedada a progressão” na carreira, lê-se na petição.

Ana Avoila considerou que o diploma “está a criar dificuldades entre os serviços e grandes injustiças entre os trabalhadores”, uma vez que coloca trabalhadores com 25 ou 30 anos de carreira a ganhar os mesmos 635,07 euros que outros que entrem agora para o Estado.

Além disso, de acordo com a dirigente sindical, o facto de o valor de 635,07 euros corresponder à quarta posição na tabela remuneratória e não à primeira posição não garante a proporcionalidade salarial entre carreiras prevista na lei.

“Neste momento há um descontentamento muito grande, a somar-se ao não aumento de salários que acontece há dez anos”, sublinhou Ana Avoila, exigindo atualização “para todos os trabalhadores e não só para alguns”, criticando as declarações do primeiro-ministro, António Costa, no sábado, ao Expresso.

Ao jornal, António Costa antecipou a possibilidade de “haver atualização anual dos vencimentos” e “preencher as inúmeras lacunas de contratação de pessoal na administração pública”, assim como “rever significativamente os níveis remuneratórios dos seus técnicos superiores”.

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