Rádio Observador

Greve

Trabalhadores do Minipreço em greve

Os trabalhadores das lojas e armazéns da Dia Portugal, que detém os supermercados Minipreço, reivindicam aumentos salariais e horários de trabalho regulados.

Atualmente os salários de topo de carreira dos trabalhadores do setor estão 26 euros acima do salário mínimo

JOSÉ COELHO/LUSA

Autor
  • Agência Lusa

Os trabalhadores das lojas e armazéns da Dia Portugal — Minipreço/Clarel estão em greve esta terça-feira, para exigir aumentos salariais para todos os trabalhadores e horários de trabalho regulados.

A greve de 24 horas insere-se num conjunto de ações de luta dos trabalhadores das empresas de distribuição, que decorrem ao longo do mês e foram convocadas pelo Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal (CESP).

Os trabalhadores da Dia Portugal querem que a empresa dê uma resposta ao seu Caderno Reivindicativo, realizando uma reunião negocial esta terça-feira, que tem sido sucessivamente adiada desde o início de abril.

Entre as reivindicações defendidas está a necessidade de regulação dos horários de trabalho e o encerramento dos estabelecimentos aos domingos e feriados.

Representantes dos trabalhadores em greve dos vários distritos vão deslocar-se a Lisboa para participarem numa ação de protesto e denúncia junto à sede da empresa, em Paço de Arcos.

Desde o dia 1 de junho já estiveram envolvidos em ações de luta por melhores condições de trabalho os trabalhadores do Pingo Doce, IKEA, Intermarché, C&A, Lidl e Jumbo. Os trabalhadores dos hiper e supermercados Continente, e respetivos armazéns, vão estar em luta no domingo.

Segundo o CESP, os trabalhadores do setor têm vindo a empobrecer pois, atualmente, os salários de topo de carreira estão 26 euros acima do salário mínimo, quando em 2010 estavam 140 euros acima da retribuição mínima.

O CESP e os trabalhadores da distribuição reivindicam a revisão do Contrato Coletivo de Trabalho e acusam a associação patronal do setor (APED) e as empresas suas filiadas de fazerem depender a negociação dos aumentos dos salários da aceitação do banco de horas pelos trabalhadores.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)