De Annette Bening a John Lithgow, atores norte-americanos vão ler relatório Mueller ao vivo

A adaptação do relatório foi feita pelo dramaturgo Robert Schenkkan e vai ser transmitida uma única vez: esta segunda-feira às 21h locais (2h da manhã em Lisboa).

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Durante a noite desta segunda-feira, várias figuras públicas norte-americanas, que incluem nomes como Annette Bening, Kevin Kline e John Lithgow, vão adaptar e ler ao vivo passagens do relatório Mueller

Durante a noite desta segunda-feira, várias figuras públicas norte-americanas, que incluem nomes como Annette Bening, Kevin Kline e John Lithgow, vão adaptar e ler ao vivo passagens do relatório Mueller

É uma receita improvável, mas vai acontecer. Durante a noite desta segunda-feira (e apenas esta noite), várias figuras públicas norte-americanas, que incluem nomes como Annette Bening, Alyssa Milano, Kevin Kline e John Lithgow, vão adaptar e ler ao vivo passagens do relatório que o conselheiro especial Robert Mueller fez sobre o alegado conluio entre a campanha de Donald Trump em 2016 e a Rússia. Objetivo? Assegurar que o público está informado sobre assuntos que envolvem a política e justiça norte-americana.

A adaptação do relatório, feita pelo dramaturgo Robert Schenkkan e denominada de The Investigation. A search for the truth in ten acts, vai ser transmitida na internet às 21h locais (2h da manhã em Lisboa) e terá também entre os 20 atores participantes Justin Long, Jason Alexander, Piper Perabo, Michael Shannon, Zachary Quinto e Noah Emmerich. A leitura foi organizada pela Law Works, uma organização que pretende partilhar relatórios e histórias de peritos para clarificar desenvolvimentos judiciais importantes nos Estados Unidos.

[Veja a transmissão da peça ao vivo no vídeo abaixo]

O relatório Mueller, que demorou quase dois anos a ser feito e tem mais de 400 páginas, foi divulgado publicamente no dia 18 de abril, sendo uma das suas principais revelações o facto de a investigação ter detetado vários contactos entre a campanha de Donald Trump e os russos e indícios de que o Presidente dos Estados Unidos terá tentado obstruir a Justiça, mas essas provas não são suficientemente fortes para acusar criminalmente o chefe de Estado norte-americano.

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